<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
  <channel>
    <title>GT2#AgroProdutoEconomico: Published Ordered Knowledge Base: : General GTE E Processos  industrial | EscapeNatal EduTraining</title>
    <description>Published Ordered Knowledge Base: GT2#AgroProdutoEconomico</description>
    <generator>Helprace RSS</generator>
    <link>https://biomassaedubr.helprace.com/s1-general-gte-e-processos-industrial/knowledgebase/c14-gt2-agroprodutoeconomico?format=rss</link>
    <item>
      <title>Moringa  food medicine </title>
      <description><![CDATA[<p>Matéria Exclusiva: Nova Fórmula que Reduz Açúcar no sangue e combate mais de 300 doenças. Pesquisadores chamam de "cápsula da vida" composto DE MORINGA OLEÍFERA que reequilibra o organismo, reduzindo o açúcar no sangue. </p>
<p></p>
<p>Composto com Moringa Oleífera é usado com sucesso em países como Canadá, Japão e Índia para o tratamento de doenças crônicas.</p>
<p> </p>
<p>Já está disponível no Brasil uma nova fórmula que devolve a qualidade de vida para pessoas que sofrem com açúcar alto no sangue. Sem efeitos colaterais, o suplemento inédito no país já faz sucesso em vários países no mundo, como Canadá e Japão. Trata-se[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 05 Jul 2018 19:29:41 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i200-moringa-food-medicine</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i200-moringa-food-medicine</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<div id="le_body_row_3_col_1_el_2" class="element-container cf">
<div class="element">
<div class="op-text-block">
<h2>Matéria Exclusiva: Nova Fórmula que Reduz Açúcar no sangue e combate mais de 300 doenças.</h2>
<h5>Pesquisadores chamam de "cápsula da vida" composto DE MORINGA OLEÍFERA que reequilibra o organismo, reduzindo o açúcar no sangue. </h5>
</div>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_3" class="element-container cf">
<div class="element">
<div class="video-plugin-new youtube not-flowplayer">
<div><iframe src="//www.youtube.com/embed/KD6LI5WWjCc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
</div>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_4" class="element-container cf">
<div class="element">
<h1>Composto com Moringa Oleífera é usado com sucesso em países como Canadá, Japão e Índia para o tratamento de doenças crônicas.</h1>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_5" class="element-container cf"> </div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_6" class="element-container cf">
<div class="element">
<h1>Já está disponível no Brasil uma nova fórmula que devolve a qualidade de vida para pessoas que sofrem com açúcar alto no sangue.
<br>
<br>
Sem efeitos colaterais, o suplemento inédito no país já faz sucesso em vários países no mundo, como Canadá e Japão.
<br>
<br>
Trata-se de uma fórmula desenvolvida com a Moringa Oleífera, conhecida também como Árvore da Vida.
<br>
<br>
A Moringa é uma planta tropical de origem indiana e africana que por muito tempo foi estudada por cientistas e biólogos que a consideraram um “Milagre da Natureza”! Suas propriedades são incríveis e seus efeitos contra mais de 300 tipos de doenças foram testados e comprovados.
<br>
<br>
Além disso, essa planta é rica em sais minerais e vitaminas essenciais à saúde humana.
<br>
<br>
Infelizmente, essa planta não é encontrada facilmente em qualquer lugar... E mesmo quando encontrada, é necessário saber a quantidade e a forma ideal de se ingerir para aproveitar todos os seus benefícios.
<br>
<br>
Foi pensando nisso, que estudiosos, químicos, cientistas e médicos se reuniram e desenvolveram uma forma de tornar esse “Milagre da Natureza” acessível a todos, concentrando todas essas propriedades no suplemento Max Moringa, em forma de cápsulas.</h1>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_7" class="element-container cf">
<div class="element">
<h2> </h2>
<h2>Problemas que a Moringa Oleífera pode ajudar a combater.</h2>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_8" class="element-container cf"> </div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_9" class="element-container cf">
<div class="element">
<div class="image-caption"><img class="full-width" src="http://cienciamaisbr.com/wp-content/uploads/2018/03/benefits-of-Moringa-Oleifera-1-1080x675.jpg" alt="" border="0"></div>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_10" class="element-container cf">
<div class="element">
<h1>A Moringa Oleífera é aprovada pelo NIH, Departamento de Saúde dos EUA, devido às suas características medicinais.</h1>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_11" class="element-container cf">
<div class="element"><br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Tratamento de Dores articulares, como Artrite, Artrose, etc.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li><strong>Níveis ​​alto de açúcar no sangue.</strong></li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Contra Colesterol Alto e Alta Pressão Arterial.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Problemas de má digestão.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Recuperação Músculos e Ossos debilitados.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Recuperação da Visão Afetada.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Combate Problemas Respiratórios, como Asma, Bronquite, Rinite, Sinusite.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Combate contra Obesidade e excesso de peso.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Ajuda a Recuperar da Falta de energia e Resistência do Corpo.</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Ciclo Menstrual desregulado e Cólicas menstruais intensas</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Contra Problemas Circulatórios</li>
</ol>
</div>

<br>
<div style="margin-left: 2em;">
<ol>
<li>Contra envelhecimento precoce das células (radicais livres)</li>
</ol>
</div>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_12" class="element-container cf">
<div class="element">
<h2> </h2>
<h2>Resultados de quem testou o suplemento de Moringa Oleífera.</h2>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_13" class="element-container cf"> </div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_14" class="element-container cf">
<div class="element">
<h1>Confesso que iniciei o tratamento meio desacreditado... Pra mim seria mais uma tentativa frustrada, me enganei!
<br>
<br>
Logo nos primeiros dias comecei sentir as primeiras transformações em meu corpo. A minha pressão ainda estava desregulada e minha glicose um pouco alta, mas o nível de disposição do meu organismo tinha dado um salto! Eu comecei a me sentir pelo menos uns 10 anos mais jovem. <strong>As dores articulares simplesmente desapareceram.</strong>
<br>
<br>
Já me animei! Afinal, mesmo se eu não visse mais nenhuma melhora já teria valido apena.
<br>
<br>
<strong>15 dias depois...</strong>
<br>
<br>
Inacreditável! Após 15 dias fazendo uso do Max Moringa minha pressão arterial estava regulada e meus níveis de glicose normalizados! <strong>Já não sabia mais o que era sentir dores nas juntas.</strong> Tive uma consulta de rotina com meu médico e ele ficou surpreso. Suspendeu a metade dos comprimidos que eu tomava.
<br>
<br>
Com isso meu corpo começou a funcionar muito melhor e eu me senti capaz de realizar tudo que eu queria, mas antes estava impossibilitado.
<br>
<br>
<strong>Última semana...</strong>
<br>
<br>
Cheguei ao final do desafio de 30 dias tendo a certeza que o Max Moringa mudou a minha vida! Minha esposa e diversos colegas de trabalho aqui da redação ficaram tão abismados com os resultados que começaram a fazer uso também e já estão sentindo a diferença em seu organismo. Realmente o Max Moringa é incrível! Nós precisávamos compartilhar isso com vocês.</h1>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_15" class="element-container cf"> </div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_16" class="element-container cf">
<div class="element">
<h2> </h2>
<h2>ANVISA Libera suplemento de Moringa Oleífera no Brasil.</h2>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_17" class="element-container cf"> </div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_18" class="element-container cf">
<div class="element">
<div class="image-caption"><img class="full-width" src="http://cienciamaisbr.com/wp-content/uploads/2018/02/anvisa.jpg" alt="" border="0"></div>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_19" class="element-container cf">
<div class="element">
<h1>O suplemento de Moringa Oleífera Max Moringa está liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, pelo o Art. 26, Decreto 79.094/77 – Lei 6.360/76. É isento de registro de acordo com a resolução nº 23 de 15/03/2000, garantia de que o produto é seguro e não faz mal para a saúde.
<br>
<br>
Lembrando que a Anvisa é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde e trabalha no controle sanitário de os produtos e serviços comercializados no Brasil passivos de regulamentação de acordo a legislação vigente no país.
<br>
<br>
A liberação da Anvisa é obrigatória para preservar a segurança da população e todos os produtos vendidos em território nacional precisam passar pelo aval rigoroso da Agência.</h1>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_20" class="element-container cf">
<div class="element">
<h2> </h2>
<h2>Qualquer pessoas pode tomar o Max Moringa?</h2>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_21" class="element-container cf">
<div class="element">
<div id="op_img_text_aside_op_assets_core_img_text_aside_38a9050e47b6f4056e11b03db683e895" class="image-text-style-1"><span class="image-text-style-img-container"><img class="scale-with-grid" src="http://cienciamaisbr.com/wp-content/uploads/2018/02/casal-adv-4.jpg" width="171" height="281"></span>
<h3> </h3>
<p>As cápsulas do MAX MORINGA não provocam efeitos colaterais, porém, grávidas, lactantes e menores de 18 anos não devem consumir, assim como quaisquer outros produtos sem que consultem um médico.</p>
<p>O MAX MORINGA é a forma mais potente e concentrada que se pode encontrar o extrato das folhas da Moringa Oleífera, o conteúdo das cápsulas é produzido com as folhas cuidadosamente selecionadas antes de serem enriquecidas por um processo especial para obter o melhor resultado possível!</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_22" class="element-container cf">
<div class="element">
<h2> </h2>
<h2>Atualização 12-02-2018</h2>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_23" class="element-container cf">
<div class="element">
<h2> </h2>
<h2>Como encontrar o Max Moringa?</h2>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_24" class="element-container cf">
<div class="element">
<h1>Após a veiculação da matéria recebemos diversos contatos de leitores perguntando sobre o Max Moringa.
<br>
<br>
Entramos em contato com o fabricante e a boa notícia é que conseguimos uma promoção exclusiva para os leitores do nosso Blog que desejam eliminar o estresse melhorar a qualidade de vida.
<br>
<br>
O fabricante concedeu até 55% de desconto nos produtos para quem acessar o Site Oficial do Max Moringa® por meio do portal do CIÊNCIA MAIS BR.
<br>
<br>
Mas atenção: a promoção é por tempo limitado e pode ser retirada do ar a qualquer momento.
<br>
<br>
Então se você quer diminuir o <b>açúcar alto no sangue</b> e ter uma <strong>saúde plena definitivamente,</strong> clique agora no link abaixo, não perca essa oportunidade exclusiva!</h1>
</div>
</div>
<div id="le_body_row_3_col_1_el_25" class="element-container cf">
<div class="element">
<div class="image-caption"><a class="checkout" href="http://maxmoringa.com/premium3/?atl=103&amp;utm_source=MAX14-06DESK&amp;utm_medium=BRASIL247&amp;utm_content=%7CDESKTOP%7CCHROME%7CACUCAR2" rel="nofollow"><img class="full-width" src="http://cienciamaisbr.com/wp-content/uploads/2018/04/maxmoringa.jpg" alt="" border="0"></a></div></div></div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Análise da Viabilidade Técnica e Econômica da Utilização de Óleo Residual de Cozinha, com Coletas em Estabelecimentos de Maceió-AL Para Geração De Biodiesel</title>
      <description><![CDATA[<p>DAMASCENO, Ada Patrícia de Alencar Beserra [1], SILVA, Alex Aguiar da [2], ANDRADE, Francine Pimentel de [3], SILVA FILHO, Humberto Julio da [4], MENDES, Mariana Bezerra Gayoso [5]</p>
<p>https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha</p>
<p>DAMASCENO, Ada Patrícia de Alencar Beserra; et.al. Análise da Viabilidade Técnica e Econômica da Utilização de Óleo Residual de Cozinha, com Coletas em Estabelecimentos de Maceió-AL Para Geração De Biodiesel. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 02, Vol. 01, pp. 150-159, Fevereiro de 2018. ISSN:2448-0959</p>
<p>RESUMO</p>
<p>O biodiesel é um biocombustível que contribui significativamente na minimização dos impactos ambientais. Sua utilização tem sido uma alternativa para diminuir a dependência dos derivados de petróleo, e assim diversificar[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 08 Jun 2018 22:29:02 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i196-an%C3%A1lise-da-viabilidade-t%C3%A9cnica-e-econ%C3%B4mica-da-utiliza%C3%A7%C3%A3o-de-%C3%B3leo-residual-de-cozinha-com-coletas-em-estabelecimentos-de-macei%C3%B3-al-para-gera%C3%A7%C3%A3o-de-biodiesel</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i196-an%C3%A1lise-da-viabilidade-t%C3%A9cnica-e-econ%C3%B4mica-da-utiliza%C3%A7%C3%A3o-de-%C3%B3leo-residual-de-cozinha-com-coletas-em-estabelecimentos-de-macei%C3%B3-al-para-gera%C3%A7%C3%A3o-de-biodiesel</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p>DAMASCENO, Ada Patrícia de Alencar Beserra <sup><a id="_ftnref1" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftn1" name="_ftnref1" rel="nofollow">[1]</a></sup>, SILVA, Alex Aguiar da <sup><a id="_ftnref2" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftn2" name="_ftnref2" rel="nofollow">[2]</a></sup>, ANDRADE, Francine Pimentel de <sup><a id="_ftnref3" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftn3" name="_ftnref3" rel="nofollow">[3]</a></sup>, SILVA FILHO, Humberto Julio da <sup><a id="_ftnref4" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftn4" name="_ftnref4" rel="nofollow">[4]</a></sup>, MENDES, Mariana Bezerra Gayoso <sup><a id="_ftnref5" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftn5" name="_ftnref5" rel="nofollow">[5]</a></sup></p>
<p><a href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha" target="_blank" rel="nofollow"><sup>https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha</sup></a></p>
<p>DAMASCENO, Ada Patrícia de Alencar Beserra; et.al. <strong>Análise da Viabilidade Técnica e Econômica da Utilização de Óleo Residual de Cozinha, com Coletas em Estabelecimentos de Maceió-AL Para Geração De Biodiesel.</strong> Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 02, Vol. 01, pp. 150-159, Fevereiro de 2018. ISSN:2448-0959</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>O biodiesel é um biocombustível que contribui significativamente na minimização dos impactos ambientais. Sua utilização tem sido uma alternativa para diminuir a dependência dos derivados de petróleo, e assim diversificar a matriz energética mundial. Neste contexto surge o óleo residual de cozinha como matéria-prima para a obtenção de biodiesel, que além de trazer retorno financeiro, traz benefícios ambientais, pois retira um resíduo indesejado do meio ambiente permitindo a geração de uma fonte de energia alternativa, renovável e menos poluente quando comparado ao diesel. Esse artigo se propõe a analisar a viabilidade econômica e tecnológica que tem o óleo residual de cozinha como um potencial e promissor resíduo para a geração de biodiesel com coletas em restaurantes, cozinhas industriais, indústrias alimentícias e em demais setores que descartam óleo em quantidades consideráveis em Maceió-AL. Os resultados econômicos demonstraram ser altamente favoráveis para a concretização do projeto proposto, com retorno financeiro de pouco mais de 4 anos.</p>
<p><strong>Palavras Chaves:</strong> Biocombustível, Análise Econômica, Óleo do Bem.</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>O crescente desenvolvimento social e tecnológico, acompanhado pelo aumento da população mundial, tem resultado em uma grande demanda de energia e aumento da poluição. Desse modo, a busca por fontes alternativas de energia, mais limpas e renováveis, tem aumentado nos últimos anos. Dentro deste contexto, o biodiesel tem sido usado em adição ou substituição ao diesel nos setores de transportes e geração de energia em todo o mundo, a fim de minimizar os impactos ambientais (KNOTHE et al., 2006).</p>
<p>Diante desse cenário o biodiesel surge como um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis como óleos vegetais e gorduras animais, com uma expressiva capacidade de redução da emissão de diversos gases causadores do efeito estufa, a exemplo do gás carbônico e óxidos de enxofre. O biodiesel representa uma alternativa essencial para atender à crescente demanda energética mundial de forma sustentável.</p>
<p>No Brasil, parte do óleo vegetal residual oriundo do consumo humano é destinado à fabricação de sabões (MITTELBACH, 1988; NETO et. al., 2000) e, em menor volume, à produção de biodiesel (NETO et al., 2000, FERRARI, OLIVEIRA e SCABIO, 2005). Entretanto, a maior parte deste resíduo é descartado na rede de esgotos, sendo considerado um crime ao meio ambiente. A pequena solubilidade dos óleos vegetais na água constitui um fator negativo no que se refere à sua degradação em unidades de tratamento de despejos por processos biológicos e, quando presentes em mananciais utilizados para abastecimento público, causam problemas no tratamento da água. A presença deste material, além de acarretar problemas de origem estética, diminui a área de contato entre a superfície da água e o ar atmosférico impedindo a transferência do oxigênio da atmosfera para a água e, os óleos e graxas em seu processo de decomposição, reduzem o oxigênio dissolvido elevando a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), causando alterações no ecossistema aquático (DABDOUB, 2006).</p>
<p>Segundo Dib (2010) existem três principais vantagens decorrentes da utilização de óleos residuais de cozinha como matéria-prima para produção de biodiesel: A primeira, de cunho tecnológico, caracteriza-se pela dispensa do processo de extração do óleo, sendo essa uma das etapas quanto trata-se de óleo oriundo de oleaginosas; a segunda, de cunho econômico, caracteriza-se pelo custo da matéria-prima, pois por se tratar de um resíduo o óleo residual de fritura tem seu preço de mercado estabelecido; e a terceira, de cunho ambiental, caracteriza-se pela destinação adequada de um resíduo que, em geral, é descartado inadequadamente impactando o solo e o lençol freático e, consequentemente, a biota desses sistemas.</p>
<p>De acordo com a APROBIO, Associação dos produtores de Biodiesel do Brasil, o nosso país utiliza hoje cerca de 30 milhões de litros de óleo de fritura para processar biodiesel. Cada litro óleo de cozinha reutilizado tem potencial para gerar 980 mililitros do biocombustível. Portanto, com essas considerações procuraremos demonstrar nesse artigo a viabilidade econômica da utilização de óleo residual de cozinha como fonte de matéria-prima para obtenção de biodiesel.</p>
<p><strong>MATERIAIS E MÉTODOS</strong></p>
<p><strong>Processo de transesterificação</strong></p>
<p>O processo para fazer combustível a partir da biomassa usado desde 1800 é praticamente o mesmo usado na atualidade. Os óleos vegetais foram usados nos motores a diesel até a década de 1920 quando uma alteração foi feita nos motores, possibilitando o uso de um resíduo do petróleo que atualmente é conhecido como diesel ou petrodiesel (COSTA e ROSSI, 2000). O processo de transesterificação é, portanto, um dos mais usados para obtenção de biodiesel devido as brandas condições de operação e altas conversões (GUPTA et al., 2010; KNOTHE et al., 2006). Por transesterificação entende-se ser o processo químico que consiste em misturar o óleo com o álcool, metanol ou etanol e, na presença de catalisador, hidróxido de sódio ou hidróxido de potássio, reage produzindo ésteres metílicos (quando da utilização de metanol) ou ésteres etílicos (quando da utilização de etanol) compondo o biodiesel e a glicerina (MURPHY, 1995). A Figura 1 ilustra o processo de transesterificação com várias oleagunosas, inclusive com óleos residuais:</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/f1-cadeia-produtiva-do-biodiesel.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13440 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/f1-cadeia-produtiva-do-biodiesel.png" alt="Figura 1 – Cadeia Produtiva do biodiesel. Fonte: AGE e DONNINI, 2006." width="530" height="432"></a> Figura 1 – Cadeia Produtiva do biodiesel. Fonte: AGE e DONNINI, 2006.</p>
<p>Vários processos tecnológicos estão sendo utilizados para obtenção do biodiesel via transesterificação. Na Figura 1, está mostrado um destes processos para a produção de biodiesel a partir de óleo residual de fritura, constituído por etapas de pré-tratamento da matéria-prima, reação de transesterificação e de purificação do biodiesel obtido. Na reação de transesterificação tem-se a mistura do óleo já tratado e com impurezas reduzidas, um álcool, um catalizador e outros insumos que se demonstrem necessários. No caso do presente trabalho, não houve necessidade de mais insumos além dos três primeiros supracitados. Freedman e colaboradores demonstraram que a alcoólise com metanol é tecnicamente mais viável do que a alcoólise com etanol, particularmente se esse corresponde ao etanol hidratado, cujo teor em água (4-6%) retarda a reação. Sendo assim, escolheu-se o metanol como álcool a ser utilizado no processo.</p>
<p>O catalizador a ser utilizado na reação pode ser tanto do tipo ácido quanto do tipo básico. A catálise básica é mais aplicada, entretanto a presença de impurezas como água e ácidos graxos livres em óleos residuais resulta na formação de sabão e consumo de catalizador. Embora a transesterificação ácida não apresente esse tipo de problema, ela requer longos tempos, além de elevadas temperaturas e razão molar álcool:óleo. Sendo assim, a transesterificação em meio básico é a forma mais simples e barata (portanto atraente economicamente falando) de produção de biodiesel (KHOTHE et al, 2006) a qual foi escolhida para a avaliação econômica que este trabalho tem por finalidade estudar.</p>
<p><strong>Fontes de obtenção de óleo residual          </strong></p>
<p>Para obtenção do óleo residual, avaliou-se as potenciais fontes produtoras de óleo residual. A Figura 2, cita os principais tipos de resíduos gordurosos, sua disponibilidade e qualidade para seu uso como combustível alternativo, biodiesel.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/f2-principais-tipos-de-residuos-gordurosos-e-sua-disponibilidade-qualidade.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13439 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/f2-principais-tipos-de-residuos-gordurosos-e-sua-disponibilidade-qualidade.png" alt="Figura 2: Principais tipos de resíduos gordurosos e sua disponibilidade/qualidade. Fonte: ALMEIDA et al, 2000." width="719" height="358"></a> Figura 2: Principais tipos de resíduos gordurosos e sua disponibilidade/qualidade. Fonte: ALMEIDA et al, 2000.</p>
<p>Ao avaliar a Figura 2, nos atemos aos óleos residuais provenientes de origem comercial, residencial e industrial (este último, mesmo tendo um custo desfavorável, tem-se um volume muito favorável além de um bom preparo e qualidade desejáveis).</p>
<p><strong>Caracterização do processamento</strong></p>
<p>Para estudo de avaliação econômica levou-se em consideração, em primeira instância, qual a quantidade que pretende-se produzir. Sendo assim, estimou-se uma produção anual de aproximadamente 300.000 Kg/ano de biodiesel, caracterizando assim, uma produção em média escala. Como a relação de biodiesel produzido e óleo residual utilizado é de quase 1:1 (taxa de conversão variando entre 92% e 95% a depender da técnica utilizada), estimamos uma coleta de 300.000 Kg de óleo residual por ano das fontes previamente selecionadas anteriormente, de forma que o custo por Kg do óleo coletado estaria em torno de R$ 0,50, podendo ser menor ainda quanto maior for a contribuição voluntária das devidas fontes. O hidróxido de sódio e o metanol foram atribuídos preços de R$ 0,90/kg e R$0,78/Kg respectivamente (ENCARNAÇÃO, 2008). Segundo recomendações oriundas de experimentos realizados por Brondani et al, deverá ser utilizado Metanol (99,85% de pureza) à 13% em massa de óleo e o NaOH à 0,8% de massa de óleo. Assim sendo, tem-se abaixo o Quadro 1 que demonstra as quantidades e preços de totais anuais de cada insumo a ser utilizado na reação.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q1-custo-anual-de-material-de-insumo.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13438 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q1-custo-anual-de-material-de-insumo.png" alt="Quadro 1 – Custo anual de material de insumo. Fonte: Autor, 2017." width="569" height="153"></a> Quadro 1 – Custo anual de material de insumo. Fonte: Autor, 2017.</p>
<p>Segundo o Boletim dos Biocombustíveis nº 107 Jan/Fev de 2017, o preço médio do biodiesel no produtor foi de R$ 2,86. Assim sendo, estimamos como preço de revenda R$ 2,85 do biodiesel aqui produzido. Segundo o Centro de Referência da Cadeia de Produção de Biocombustíveis para a Agricultura Familiar, o preço da glicerina bruta, o qual consiste em um subproduto da produção de biodiesel é de R$ 400,00/ton. Sendo este adotada para efeito de cálculo da receita anual que irá compor a avaliação econômica. Assim sendo, estimando-se uma eficiência de produção de 95% para produção de biodiesel e 15% para produção de glicerina, temos a formação do Quadro 2 que trata das receitas anuais.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q2-producao-e-receitas-anuais.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13437 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q2-producao-e-receitas-anuais.png" alt="Quadro 2: Produção e receitas anuais. Fonte: Autor, 2017." width="601" height="234"></a> Quadro 2: Produção e receitas anuais. Fonte: Autor, 2017.</p>
<p>O valor para uma planta de produção de 300 ton/ano de biodiesel por transesterificação foi estimada em pouco mais de R$ 175.000,00 incluindo a planta de pré-tratamento, fábrica, laboratório, equipamentos de incêndio e tancagem (Quadro 3). Esta estimativa foi feita utilizando-se tabelas do trabalho feito por Encarnação, 2008.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q3-custo-de-implantacao.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13436 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q3-custo-de-implantacao.png" alt="Quadro 3 – Custo de implantação.Fonte: Autor, 2017." width="629" height="380"></a> Quadro 3 – Custo de implantação.Fonte: Autor, 2017.</p>
<p>Para o bom funcionamento do empreendimento, foi avaliado a necessidade de contratação de pelo menos 14 funcionários, além da contratação de serviços terceirizados como segurança administrativa, segurança eletrônica, limpeza, seguro e transporte (este último destinado a coleta do óleo residual nas mais diversas instituições avaliadas).</p>
<p><strong>Avaliação Econômica</strong></p>
<p>A avaliação de um projeto, segundo Betteon (2009) consiste em identificar, quantificar, dar valor aos benefícios e custos atribuíveis à sua execução ao longo de toda sua vida. O conjunto de benefícios líquidos distribuídos no tempo conforme o fluxo a partir do qual se calculam a maioria dos indicadores de rentabilidade que, por sua vez, ajudam a decidir se convém ou não executar o projeto.</p>
<p>Por considerar explicitamente o valor do dinheiro no tempo, o valor presente líquido (VPL), Figura 3, é considerado uma técnica sofisticada para a análise de investimentos. Este tipo de técnica, de uma forma ou de outra, desconta os fluxos de caixa de uma empresa a uma taxa especificada. Essa taxa, frequentemente chamada de taxa de desconto (i), custo de oportunidade de capital ou custo de capital (GITMAN, 2002).</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/f3-conceito-de-vpl.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13435 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/f3-conceito-de-vpl.png" alt="Figura 3: Conceito de VPL. Fonte: OLIVEIRA, 2008." width="550" height="413"></a> Figura 3: Conceito de VPL. Fonte: OLIVEIRA, 2008.</p>
<p>O cálculo do VPL é descrito pela seguinte equação:equação</p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li>: Fluxo de caixa verificado no momento zero (momento inicial), podendo ser um investimento, empréstimo ou financiamento;</li>
<li>: Representa o valor de entrada (ou saída) de caixa prevista para cada intervalo de tempo;</li>
<li>: É a taxa de desconto;</li>
<li>: Período de tempo.</li>
</ul>
<p>O valor numérico do VPL pode dar positivo, negativo ou nulo. A depender desses valores, temos:</p>
<p>Se VPL &gt; 0 aceita-se o projeto;</p>
<p>Se VPL &lt; 0 rejeita-se o projeto;</p>
<p>Se VPL = 0 é indiferente investir ou não nesse projeto.</p>
<p><u>Taxa Interna de Retorno</u> (TIR): É a taxa de desconto para a qual o valor presente das receitas torna-se igual ao valor presente dos desembolsos (OLIVEIRA, 2008). Matematicamente, o valor da TIR pode ser obtido igualando-se o VPL a zero.</p>
<p><em><u>Payback</u></em>: Consiste em mostrar quanto tempo um investimento leva para ser ressarcido, porém a taxa de desconto é ignorada. Já o <em>Payback</em> Descontado atua justamente nessa falha, pois considera uma taxa de juros para realizar o cálculo do período gasto.</p>
<p><strong>RESULTADOS E DISCUSSÕES</strong></p>
<p><strong>Análise de viabilidade econômica</strong></p>
<p><strong> </strong>Para a análise de viabilidade econômica relativa ao investimento foi considerado um período de 5 anos e a instalação de uma indústria produtora de 285.000 Kg/ano de biodiesel e 45.000 Kg/ano de glicerina, Quadro 4.</p>
<p>Foi considerado um possível financiamento de R$ 201.802,80, pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDS), a taxa de juros de 5% ao ano.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q4-custo-para-implementacao-da-industria.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13434 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q4-custo-para-implementacao-da-industria.png" alt="Quadro 4 – Custo para implementação da indústria. Fonte: Autor, 2017" width="488" height="177"></a> Quadro 4 – Custo para implementação da indústria. Fonte: Autor, 2017</p>
<p>Como pode ser verificado no Quadro 5, os gastos totais anuais da empresa com salários de colaboradores, terceirizados, impostos, custos operacionais, matérias-primas, encargos obrigatórios e não obrigatórios, contabilizam R$ 897.448,97.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q5-custo-totais-anuais.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13433 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q5-custo-totais-anuais.png" alt="Quadro 5 – Custo totais anuais. Fonte: Autor, 2017." width="488" height="227"></a> Quadro 5 – Custo totais anuais. Fonte: Autor, 2017.</p>
<p>O faturamento anual com a venda do biodiesel e da glicerina girará em torno de R$ 952.070,69 (Quadro 2).</p>
<p>Foram calculados o VPL, a TIR e os Paybacks simples e o descontado. Para o VPL foi somado os valores do fluxo de caixa ao investimento inicial, utilizando para descontar do fluxo uma taxa mínima de atratividade (CASAROTTO e KOPITTKE, 2000).</p>
<p>O VPL calculado é maior que zero o que torna o investimento viável, com um Payback simples de 3,86 anos e descontado de 4,38 anos, Quadro 6.</p>
<p><a class="td-modal-image" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q6-vpl-tir-payback.png" rel="nofollow"><img class="size-full wp-image-13432 td-animation-stack-type0-1" src="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2018/02/q6-vpl-tir-payback.png" alt="Quadro 6 – VPL, TIR, Payback. Fonte: Autor, 2017.       " width="306" height="127"></a> Quadro 6 – VPL, TIR, Payback. Fonte: Autor, 2017.</p>
<p>As projeções econômicas do projeto mostram viabilidade do mesmo, porém, segundo pesquisas de melhorias realizadas por MARTINS e CERVI (2012), o projeto pode torna-se mais viável com a utilização de materiais proveniente de sucata ou reciclagem para cosntrução da usina de transesterificação. O valor estimado para construção de uma usina com capacidade de produção de 320L diários ficaria em torno de R$23.000,00. A planta que foi analisada neste trabalho tem capacidade para produção de 833L diários, sendo assim, se a mesma planta fosse construída utilizando materiais de reciclagem e sucata, o investimento necessário seria em torno de 60.000 reais, 47% mais barata do que a que foi estudada.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>Através dos resultados obtidos verificamos que a instalação e operação da Empresa Óleo do Bem, apresenta-se como uma proposta economicamente viável com o tempo de retorno pequeno de aproximadamente 4 anos e 4 meses. Além de ambientalmente positivo pois trata-se de um processo sustentável onde será retirado de circulação um resíduo altamente poluente, e em contrapartida, irá gerar produtos que agregados irão colaborar com a redução de emissão dos gases do efeito estufa.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS </strong></p>
<p>ALMEIDA, J. A. N.; NASCIMENTO, J. C.; SAMPAIO, L.A. G., CHIAPETTI, J., GRAMACHO R. S., C., N. S. e ROCHA,V. A., Projeto Bio- <sub>Co</sub>mbustível: processamento de óleos e gorduras vegetais in natura e residuais em combustível tipo diesel, Universidade Estadual de Santa Cruz- UESC , Ilhéus-BA. 2000.</p>
<p>APROBIO – Associação dos produtores de Biodiesel do Brasil. Disponível em &lt; www.aprobio.com.br/2017/01/10/brasil-recicla-30-milhoes-de-litros-de-cozinha-na-producao-de-biodiesel &gt;. Acesso em 27 jun. 2017.</p>
<p>BOTTEON, Cláudia; INTRODUÇÃO À AVALIAÇÃO DE PROJETOS; Apostila; Brasília; 2009.</p>
<p>BRONDANI, Michel; BAIOTTO, Alexandre; KLEINERT, Jonas; TRINDADE, Jacson; PAPIS, Felipe; HOFFMANN, Ronaldo; BALANÇO DE MASSA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE BIODIESEL VISANDO A RECUPERAÇÃO DO METANOL RESIDUAL; Simpósio Estadual de Agroenergia – IV Reunião Técnica de Agroenergia – RS;  2014.</p>
<p>CASAROTTO FILHO, N.; KOPITTKE, B. H. Análise de investimento. 9ed. São Paulo: Atlas, 2000.</p>
<p>COSTA, N.; P. R.; ROSSI, L.F.S. Produção de biocombustível alternativo ao óleo diesel através da transesterificação de óleo de soja usado em frituras. In: Revista Química Nova, Curitiba – PR,n.23,  ano IV, p.531. 2000.</p>
<p>DABDOUB, M.J., Biodiesel em casa e nas Escolas: Programa coleta de óleos de fritura, 2006.</p>
<p>DIB, F.H., Produção de biodiesel a partir de óleo residual reciclado e realização de testes comparativos com outros tipos de biodiesel e proporções de mistura em um moto-gerador / Fernando Henrique Dib. — Ilha Solteira: [s.n.], 2010.</p>
<p>ENCARNAÇÃO, Ana Paula Gama; GERAÇÃO DE BIODIESEL PELOS PROCESSOS DE TRANSESTERIFICAÇÃO E HIDROESTERIFICAÇÃO, UMA AVALIAÇÃO ECONÔMICA; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Dissertação de mestrado; 2008.</p>
<p>FERRARI, R. A.; OLIVEIRA, V. S.; SCABIO, A., Biodiesel de soja – Taxa de conversão em Ésteres Etílicos, Caracterização Físico-Química e Consumo em Gerador de Energia. Química Nova, 28(1), p.19-23, 2005.</p>
<p>FREEDMAN, B.; BUTTERFIELD, R. O.; PRYDE, E. H. Transesterification kinetics of soybean oil. Journal of American Oil Chemits’ Society, v.63, n. 10 p.13751380, 1986.</p>
<p>GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira.  8ª edição. São Paulo: Harbra, 2002.</p>
<p>GUPTA, R. B.; DEMIRBAS, A. Gasoline, Diesel and Ethanol Biofuls from Grasses</p>
<p>and Plants. Cambridge University Press, New York, USA, 2010. 230 p.</p>
<p>Indicadores de Preços Médios – Glicerina Bruta. Disponível em: http://biomercado.com.br/indicadoresPorProduto.php?produto=56 Acessado em: 15/06/2017.</p>
<p>KNOTHE, G.; GERPEN, J. V.; KRAHL, J.; RAMOS, L. P., Manual do Biodiesel. São Paulo: Blücher, 2006.</p>
<p>Ministério de Minas e Energia; Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis; Departamento de Biocombustíveis; BOLETIM DOS BIOCOMBUSTÍVEIS; Edição nº 107, Jan/Fev 2017.</p>
<p>MURPHY, M. J.; KETOLA, H. N. &amp; RAJ, P. K. Summary and assessment of the safety, health, environmental and system risks of alternatives fuels. Helena: U. S. Department of Transportation Federal Transit Administration, 1995. 28 p.</p>
<p>NETO, P.R C.; ROSSI, L.F.S.; ZAGONEL, G.F.; RAMOS, L.P., Produção de biocombustível alternativo ao óleo diesel através da transesterificação de óleo de soja usado em frituras. Química Nova, 23(4), p. 531-537, 2000.</p>
<p>OLIVEIRA, Mário Henrique da Fonseca; A AVALIAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA DE INVESTIMENTOS SOB CONDIÇÃO DE INCERTEZA: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O MÉTODO DE MONTE CARLO E O VPL FUZZY; Dissertação; Universidade de São Paulo; São Carlos; 2008.</p>
<p><sup><a id="_ftn1" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftnref1" name="_ftn1" rel="nofollow">[1]</a></sup> Possui graduação em Engenharia Civil pelo Centro Universitário CESMAC (2005) e graduação em Engenharia de Produção pelo Centro Universitário CESMAC (2004)</p>
<p><sup><a id="_ftn2" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftnref2" name="_ftn2" rel="nofollow">[2]</a></sup> Possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Pernambuco (2015). Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal de Alagoas.</p>
<p><sup><a id="_ftn3" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftnref3" name="_ftn3" rel="nofollow">[3]</a></sup> Graduada em Engenharia Ambiental e Sanitária pela Universidade Federal de Alagoas, 2016</p>
<p><sup><a id="_ftn4" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftnref4" name="_ftn4" rel="nofollow">[4]</a></sup> Possui graduação em Engenharia Química pela Univerdidade Federal de Alagoas (2013). Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Faculdade de Tecnologia de Alagoas (2013).</p>
<p><sup><a id="_ftn5" href="https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/oleo-residual-de-cozinha#_ftnref5" name="_ftn5" rel="nofollow">[5]</a></sup> Possui graduação em Engenharia de Produção pelo Centro Universitário CESMAC (2006). Pós-Graduada em Engenharia Ambiental (2009) e Gestão Ambiental (2009).</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Biogas sustentavel </title>
      <description><![CDATA[<p>https://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/4218-biodigestores</p>
<p>O papel dos biodigestores na agropecuária sustentável</p>
<p>23/05/2018 Equipe Portal Biossistemas Conteúdo Geral 0</p>
<p>  Texto escrito por Mariana Zanarotti Shimako, aluna de graduação de Engenharia de Biossistemas em FZEA-USP, orientada pelo Prof. Dr. Fabrício Rossi no Programa Unificado de Bolsas da USP. Com o crescimento da demanda de alimentos e matérias primas advindas do campo, cresce consequentemente a quantidade de dejetos e resíduos que, quando não depositados adequadamente se tornam protagonistas de problemas de ordem sanitária e ambiental. Atualmente, uma das soluções adequadas para sanar tais problemas são as instalações de biodigestores nas áreas rurais, como fazendas e empresas ligadas à agropecuária.[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Sat, 21 Sep 2019 16:51:55 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i193-biogas-sustentavel</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i193-biogas-sustentavel</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/4218-biodigestores" rel="nofollow">https://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/4218-biodigestores</a></p>
<h1 class="entry-title">O papel dos biodigestores na agropecuária sustentável</h1>
<div class="mh-meta entry-meta"><span class="entry-meta-date updated"><a href="http://www.usp.br/portalbiossistemas/?m=201805" rel="nofollow">23/05/2018</a></span> <span class="entry-meta-author author vcard"><a class="fn" href="http://www.usp.br/portalbiossistemas/?author=1" rel="nofollow">Equipe Portal Biossistemas</a></span> <span class="entry-meta-categories"><a href="http://www.usp.br/portalbiossistemas/?cat=8" rel="nofollow">Conteúdo Geral</a></span> <span class="entry-meta-comments"><a class="mh-comment-count-link" href="http://www.usp.br/portalbiossistemas/?p=7972#respond" rel="nofollow">0</a></span></div>
<div class="entry-content clearfix"><a href="http://www.usp.br/portalbiossistemas/?attachment_id=7974" rel="nofollow"><img title="50-650-esquema.utilizacao-biogas-area-rural-ecycle-alternativa-residuos" src="http://paineira.usp.br/bios/wp-content/uploads/2018/05/50-650-esquema.utilizacao-biogas-area-rural-ecycle-alternativa-residuos-650x381.jpg" alt=""></a>
<div class="mh-social-top"> </div>
<p><em>Texto escrito por Mariana Zanarotti Shimako, aluna de graduação de Engenharia de Biossistemas em FZEA-USP, orientada pelo Prof. Dr. Fabrício Rossi no Programa Unificado de Bolsas da USP.</em></p>
<p><em>Com o crescimento da demanda de alimentos e matérias primas advindas do campo, cresce consequentemente a quantidade de dejetos e resíduos que, quando não depositados adequadamente se tornam protagonistas de problemas de ordem sanitária e ambiental.</em></p>
<p><em>Atualmente, uma das soluções adequadas para sanar tais problemas são as instalações de biodigestores nas áreas rurais, como fazendas e empresas ligadas à agropecuária. Esses biodigestores, além de reduzirem os impactos ambientais gerados pelas atividades agropecuárias também ajudam na diminuição da emissão de gás metano (gás estufa) e; geram energia limpa para os locais no qual estão instalados, reduzindo o custo na cadeia da atividade.</em></p>
<p><em>Um biodigestor pode ser feito em casa, por ser de simples complexidade e de baixo custo, em torno de 300 e 500 reais. Consiste em um local escuro para o armazenamento dos dejetos dos animais ou os resíduos ogânicos, como restos de alimentos; esses assim que são decompostos por bactérias pelo processo de fermentação anaeróbica em temperaturas de em torno de 35º C, são retirados para serem usados como adubo. Durante esse processo que pode demorar dias ou até meses, ocorre a liberação de gases, esses são encaminhados até uma câmara de acúmulo de gás, esse biogás será um substituto do GLP (gás liquefeito de petróleo) no uso em fogões e também como gerador de energia elétrica.</em></p>
<img src="http://www.revistaea.org/pf.php?idartigo=124" alt=""><img class="wp-image-7973 size-full" src="http://paineira.usp.br/bios/wp-content/uploads/2018/05/image002.jpg" alt="" width="697" height="339">
<p><em>Existem 2 tipos de produção com biodigestores, a produção contínua e descontínua, a diferença entre elas é que na descontínua os dejetos são armazenados no biodigestor fechado e após o adubo ser retirado e o biogás ser armazenado, ele é reaberto para reposição de dejetos e na produção contínua enquanto o adubo é retirado está ocorrendo a reposição dos dejetos ao mesmo tempo.</em></p>
<p><em>Pode ser construída uma pequena usina ao lado do biodigestor, na qual o biogás é a fonte de energia para seu funcionamento, a energia gerada nelas será distribuída no local. As fazendas que adotam esse sistema normalmente são auto suficientes e ainda vendem o excesso de energia às concessionárias, sendo assim além de reduzirem os custos, o agricultor pode aumentar sua renda com essa venda. A energia gerada por essas pequenas usinas são usadas até para recarregar as baterias de carros elétricos.</em></p>
<img class="wp-image-7974 size-full" src="http://paineira.usp.br/bios/wp-content/uploads/2018/05/50-650-esquema.utilizacao-biogas-area-rural-ecycle-alternativa-residuos.jpg" alt="" width="650" height="399"> Sistema completo de biodigestão e o destino dos produtos. &lt;https://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/4218-biodigestores-funcionamento-auxiliar-sustentabilidade-atividade-rural-agricultura-pecuaria-decomposicao-anaerobica-residuos-dejetos-animais-geracao-biogas-biofertilizante.html&gt;
<p><em>Sendo assim, o biodigestor aproveita os dejetos e resíduos que poderiam vir à trazer problemas no ambiente, transformando-os em adubo de qualidade, energia limpa e fonte de renda.</em></p>
<p>Bibliografia –</p>
<p><a href="https://cleanbiogas.wordpress.com/2018/07/24/biogas-paginas-weblinks-de-tecnologia-globalizados/" rel="nofollow">https://cleanbiogas.wordpress.com/2018/07/24/biogas-paginas-weblinks-de-tecnologia-globalizados/</a></p>
<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/6378386/" rel="nofollow">https://globoplay.globo.com/v/6378386/</a></p>
<p><a href="http://biodigestao-engenharia-ambiental.blogspot.com.br/2009/03/o-biogas-pode-ser-usado-como.html?m=1" rel="nofollow">http://biodigestao-engenharia-ambiental.blogspot.com.br/2009/03/o-biogas-pode-ser-usado-como.html?m=1</a></p>
<p><a href="http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/agroenergia/arvore/CONT000fj06suh302wyiv802hvm3jbc32qh9.html" rel="nofollow">http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/agroenergia/arvore/CONT000fj06suh302wyiv802hvm3jbc32qh9.html</a></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/09/conheca-o-confinamento-de-tarcisio-meira-adaptado-com-o-biodigestor.html" rel="nofollow">http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2011/09/conheca-o-confinamento-de-tarcisio-meira-adaptado-com-o-biodigestor.html</a></p></div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Bioeconomia plantas vegetais tropical </title>
      <pubDate>Tue, 22 May 2018 03:28:31 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i191-bioeconomia-plantas-vegetais-tropical</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i191-bioeconomia-plantas-vegetais-tropical</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<table border="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="right"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><a href="http://jatrophaworld.org/moringa-economics.html" rel="nofollow">jatrophaplan@gmail.com </a></span>  </td>
<td align="right" width="10%"><img title="" src="http://jatrophaworld.org/img/main/mi1_503.jpg" width="227" height="75"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" width="90%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<p align="center"><a href="http://jatrophaworld.org/moringa-economics.html" target="_blank" rel="nofollow"><strong>http://jatrophaworld.org/moringa-economics.htmlMoringa Economics</strong></a></p>
<p align="center">Os custos de estabelecer e produzir Moringa para alimentos e combustíveis</p>
<p>Mais do que qualquer outra planta, a Moringa ( <em>Oleifera</em> .) Tem desempenhado um papel vital na vida da espécie humana e tem sido fundamental para o desenvolvimento da cultura e da alimentação. A Moringa é uma planta funcional no sistema agrícola de muitos países e adquiriu uma enorme importância sócio-econômica ao longo dos séculos. Devido à sua natureza e adaptabilidade que nunca morrem, ele desempenha um papel importante como uma cultura que cresce mesmo em solos duros e condições climáticas difíceis.</p>
<p>Moringa India, o braço Moringa do Centro Avançado de Biocombustíveis (ABC), é o promotor mundial da Moringa que projeta e implementa o cultivo da Moringa Oleifera em uma cadeia estruturada de Agri-Supply, adições de Moringa e atividades de pesquisa e fornece suporte / serviços de “Superfície para Superalimento”, “Agricultura para Combustível”, “Solo para Óleo” para desenvolvimento e estabelecimento da Plantação de Moringa. <span class="goog-text-highlight">ABC Apoie, auxilie, represente, aconselhe, negocie, gerencie e treine produtores / desenvolvedores participantes em todos os assuntos, para plantar e colher com sucesso a Moringa Oleifera para a produção de alimentos, rações, combustíveis e produtos afiliados na Índia e no mundo.</span></p>
<p class="estilo83"><b>Moringa Econômica: Visão Geral</b></p>
<p class="estilo83"><br>
<img class="editor_img" title="Moringaexportmarket20173" src="http://jatrophaworld.org/images/Moringaexportmarket20173.jpg" alt="Moringaexportmarket20173" align="left" border="0">A moringa oleifera, uma planta de origem indiana, recuperou sua importância devido aos valores nutracêuticos e é considerada uma planta indispensável para a gestão da saúde. É uma das plantas mais incríveis para a humanidade, pois suas propriedades nutricionais e medicinais têm um imenso potencial para controlar a desnutrição e prevenir e curar muitas doenças. Ao perceber a potencialidade de Moringa como provedora de segurança nutricional e cultura de alto valor energético, muita importância é atribuída globalmente, a ABC tem trabalhado na exploração das melhores práticas de produção, melhores práticas hortícolas, melhores práticas de colheita e adição de melhor valor para demonstrar as últimas pesquisas. e atividades de desenvolvimento apenas para colher o potencial máximo de Moringa.</p>
<p class="estilo83">A crescente importância desta cultura no atendimento da demanda por alimentos agrícolas tem desempenhado um papel especial na criação de condições favoráveis ​​para uma expansão mais efetiva do cultivo da Moringa, apoiada em alguns países por programas específicos de desenvolvimento interno. Em um mercado globalizado, somos capazes de fornecer sementes / plantas MOMAX3 / PKM1 de Moringa de alta qualidade para cobrir este aumento geral na área de moringa.</p>
<p class="estilo83">Qualidade A produção de material de plantio é um elo estratégico na cadeia de fornecimento de Moringa e influencia as escolhas e o desempenho econômico de todo o setor de produção, seja para folhas ou sementes. O desenvolvimento de variedades melhoradas, técnicas de propagação, biologia floral e sistemas avançados de produção em moringa anual e perene Moringa, sistemas de cultivo, manejo de nutrientes, biofertilizante para aumentar o potencial de produção de Moringa, manejo de plantas daninhas, grandes pragas de insetos e sua gestão, doença de Moringa e sua gestão, gestão pós-colheita, estratégias de produção de sementes para Moringa perene e o uso de novas tecnologias são a chave para garantir o desenvolvimento de um crescimento de Moringa moderno, sustentável e rentável. Um avanço moderno tem um efeito dominó dinâmico na indústria de Moringa para introduzir a tecnologia é o quadro ideal para a transferência de inovações no crescimento da Moringa. Isso permitirá que a árvore da Moringa e seus produtos únicos sirvam como uma ponte entre a tradição e a inovação, entre a cultura e a saúde, e para garantir o crescimento e o desenvolvimento econômico.
<br>
A Moringa é uma espécie de grande importância econômica para muitos países. Nos últimos 10 anos em particular, tem havido um aumento de interesse em seu cultivo e produção.</p>
<p>A moringa é apreciada não apenas pelo seu valor nutricional, mas também como parte integrante das qualidades promotoras da saúde, que é um modelo nutricional reconhecido em todo o mundo. Pesquisas confirmaram o valor da árvore de Moringa e de todas as partes e a disseminação de descobertas de pesquisas estimulou sua entrada em novos mercados de consumo de alto potencial. Com todos esses fatores entrando em ação simultaneamente, o consumo mundial aumentou substancialmente na última década</p>
<p><b>Mercado de Moringa: cenário mundial</b></p>
<p><img class="editor_img" title="Moringaexportmarket2017" src="http://jatrophaworld.org/images/Moringaexportmarket2017.jpg" alt="Moringaexportmarket2017">Há uma forte demanda dos consumidores por produtos Moringa, que é reconhecida como essencial para a saúde humana. Isso está estimulando a intensificação do cultivo da Moringa tanto nos países asiáticos quanto em outros lugares onde o cultivo da Moringa, principalmente para folhas / óleo, foi retomado ou desenvolvido recentemente.</p>
<p>As empresas mundiais de suplementos alimentares e nutricionais estão prevendo que os produtos de Moringa deverão adquirir mais de 10% de participação da indústria nos próximos anos, enquanto as empresas do ramo de cosméticos esperam que seus entusiastas o adotem em seu setor. O volume atual de comércio de produtos de Moringa no mercado internacional não é suficiente para qualificá-lo como uma commodity, mas é, no entanto, um mercado crescente em todo o mundo. Originário da Índia, árvores de Moringa são encontradas agora em Gana, Filipinas, Nigéria, Quênia, Ruanda, Níger, Moçambique, Camboja e Haiti.</p>
<p>De acordo com os estudos do ABC, que estimam que a área de cultivo de pomares de Moringa se expandirá a uma taxa anual de 120.000 ha, o que levará a área de produção mundial a cerca de 1 milhão de hectares até 2025.</p>
<p>De acordo com o nosso estudo, hoje, o mercado global de moringa está estimado em mais de US $ 5,0 bilhões, o que deverá cruzar US $ 8,3 bilhões até 2020, crescendo a uma taxa de mais de 9% ao ano.</p>
<p>Moringa acres em 2017 foram 35% mais em relação a 2016, mas Moringa Índia postou uma série de sucessos nos últimos 24 meses na área de melhoramento de cultivares e tecnologia. 
<br>
<br>
 </p>
<p>Suas sucessivas tecnologias e marcos de mercado nos últimos anos despertaram interesse de investimento.</p>
<p>Durante anos, cientistas da ABC trabalharam no desenvolvimento de novas variedades perenes para a cultura da Moringa e introduziram a variedade MOMAX3 de maior rendimento do mundo para o plantio de óleo de semente.   </p>
<p>Seus ingredientes de Moringa sustentáveis ​​atraíram a maior atenção, mas nós gostamos de sua diversidade em várias fontes de receita diferentes como superalimento, cosmético, farmacêutico, medicinal, alimentação animal, aquicultura, biogás e biocombustível, com base em uma fundação de agronomia avançada, melhorada cultivar MOMAX3 Moringa e economia sólida ”. </p>
<p>Moringa India, ABC queria construir um negócio social e ambientalmente consciente em torno da Moringa, modelando a estratégia da empresa com as tradições culturais e espirituais da Índia.</p>
<p>Moringa da Índia, ABC são capazes de se destacar através da sua significativa criação de Moringa, vantagens de desenvolvimento de mercado e sua grande pegada de produtor.</p>
<p><b><i> "Considerando ainda que a produção de Moringa tem uma necessidade de entrada relativamente baixa, ela poderia ser promovida como uma cultura de rendimento para os pequenos agricultores".</i></b></p>
<p>O centro Advanced Biocombustível, uma entidade autoritária e empresa parental, com base em sua análise de investimento, um hectare de Moringa Oil Orchard exigiria um capital inicial de US $ 2000.</p>
<p>Retornos positivos podem ser obtidos nos primeiros anos com margem bruta projetada em torno de US $ 9.000 / ha com ROI de + 100% em uma plantação de 1.000 ha com cultivar MOMAX3 Moringa</p>
<p>Moringa tem potencial para produção comercial, seja como cultura de rendimento ou como componente de sistemas agroflorestais. A introdução de Moringa nos sistemas de produção existentes aumentará a produção de alimentos e a biodiversidade e o desenvolvimento da indústria a partir de seus produtos e subprodutos.</p>
<p>O que o torna sustentável é o uso de menos água e menos fertilizante do que outras culturas oleaginosas. Pode ser cultivada em terrenos mais secos e marginais e usa menos insumos.</p>
<p><img class="editor_img" title="Moringaexportmarket20174" src="http://jatrophaworld.org/images/Moringaexportmarket20174.jpg?139" alt="Moringaexportmarket20174"><b>Proposta Empresarial Moringa</b></p>
<p>De um modo geral Moringa Business pode ser segmentado em três verticais</p>
<ol>
<li>Moringa Health Foods</li>
<li>Óleo de Moringa para indústrias cosméticas e farmacêuticas e</li>
<li>Biocombustíveis de Moringa</li>
</ol>
<p>Globalmente, a demanda por dois produtos específicos de Moringa vem crescendo rapidamente: o pó altamente nutritivo derivado das folhas secas da árvore e o óleo de alta qualidade que pode ser extraído das sementes da árvore. O primeiro, pó de folha de Moringa, é vendido como um "super alimento" no mercado internacional de suplementos nutricionais. É também cada vez mais o tema de interesse de organizações e instituições internacionais envolvidas na luta global contra a desnutrição.</p>
<p>O último, o óleo de Moringa, é altamente cobiçado pelas empresas internacionais de cosméticos por suas excelentes propriedades como ingrediente em produtos para fragrâncias e cuidados com a pele.</p>
<p>Tendo em conta, acima, nós da ABC introduzimos o conceito de comercialização de Moringa, introduzindo diferentes métodos e cultivar de agricultura Moringa para diferentes final colheita / produto
<br>
<br>
 </p>
<ol>
<li>Cultivo de Moringa unicamente para Produção de Folhas</li>
<li>Plantação de Moringa para Produção de Óleo e</li>
<li>Plantação de moringa para produção de combustível</li>
</ol>
<p><b>Biodiesel De Moringa</b></p>
<p>O óleo de moringa também tem o potencial de substituir o óleo diesel na indústria por causa da alta estabilidade do biocombustível produzido a partir do óleo de Moringa.</p>
<p>Moringa é uma alternativa sustentável e ecologicamente correta para os óleos minerais, já que suas sementes fornecem melhor óleo que a palma, o milho canola e a soja para produção de biocombustíveis.
<br>
 </p>
<table border="0" width="919">
<tbody>
<tr>
<td colspan="7" width="666" height="27">Modelo Econômico de uma Instalação de Produção de Biodiesel de Moringa</td>
<td width="78"> </td>
<td width="40"> </td>
<td width="26"> </td>
<td width="68"> </td>
<td width="41"> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" height="21">Plantação Integrada de Moringa: 10.000 ha</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" height="25">Suposições (insumos)</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Saída</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Construção de instalações</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td><u> </u></td>
<td colspan="2">Produção Anual e Uso de Recursos</td>
<td><u> </u></td>
<td><u> </u></td>
<td><u> </u></td>
<td><u> </u></td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Capacidade da placa de identificação</td>
<td align="right">33.000.000</td>
<td> litro / ano.</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo de construção</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Custos Organizacionais</td>
<td align="right">US $ 200.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Total</td>
<td align="right">US $ 55.500.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Sistema de Processos</td>
<td align="right">US $ 36.000.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Capital próprio</td>
<td align="right">US $ 27.750.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Terra, local e outros</td>
<td align="right">US $ 7.400.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Dívida</td>
<td align="right">US $ 27.750.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Planta e Machinary </td>
<td align="right">US $ 10.000.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Capacidade de placa de identificação por litro</td>
<td align="right">US $ 1,68</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Escritório e Administração</td>
<td align="right">US $ 900.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Por litro de capacidade operacional</td>
<td align="right">US $ 1,68</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Inventário e Capital de Trabalho</td>
<td align="right">US $ 1.000.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Por kg de óleo de moringa. Boné.</td>
<td align="right">US $ 1,81</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Vida estimada</td>
<td align="right">15</td>
<td> anos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Depreciação</td>
<td align="right">US $ 1.233.333</td>
<td colspan="2">por ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Impostos sobre a propriedade</td>
<td align="right">US $ 50.000</td>
<td> por ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Produção de biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Capacidade da placa de identificação</td>
<td align="right">33.000.000</td>
<td colspan="3">litros por ano</td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Financiamento</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>    Capacidade de operação</td>
<td align="right">33.000.000</td>
<td colspan="3">litros por ano</td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"><u> </u></td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Bolo de imprensa</td>
<td align="right">46.035.000</td>
<td colspan="2">Kg / ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Percentagem da dívida</td>
<td align="right">50</td>
<td> %</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Produção de Glicerina</td>
<td align="right">3.300.000</td>
<td colspan="2">Kg / ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Comprimento do Empréstimo</td>
<td align="right">10</td>
<td> anos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Uso De Óleo De Moringa</td>
<td align="right">30.690.000</td>
<td colspan="2">Kg / ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Taxa de juro</td>
<td align="right">8,25</td>
<td> %</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Uso de Gás Natural </td>
<td align="right">61.024</td>
<td colspan="3">1.000 pés cúbicos / ano</td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Uso de eletricidade </td>
<td align="right">5.230.623</td>
<td colspan="3">quilowatt horas / ano</td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Fatores de Eficiência</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo de eletricidade</td>
<td align="right">US $ 261.531</td>
<td colspan="2">por ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Óleo de moringa</td>
<td align="right">0,93</td>
<td>kg / l de biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Utilização de água </td>
<td align="right">17,435,410</td>
<td colspan="3">litros por ano</td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Nível de produção</td>
<td align="right">100</td>
<td>% de capacidade</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo da água</td>
<td align="right">US $ 16.121</td>
<td colspan="2">por ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Glicerina</td>
<td align="right">0,10</td>
<td>kg / l de biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>número de empregados</td>
<td align="right">28</td>
<td colspan="3">funcionários</td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Metanol</td>
<td align="right">0,09</td>
<td>kg / l de biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo de Mão de Obra e Gestão</td>
<td align="right">US $ 1.610.000</td>
<td colspan="2">por ano</td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Gás natural</td>
<td align="right">2</td>
<td>filhote. ft./l biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo de juros</td>
<td align="right">US $ 2.289.375</td>
<td colspan="2">por ano </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Eletricidade</td>
<td align="right">0,16</td>
<td>Kwh./l biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Produtos Químicos e Ingredientes</td>
<td align="right">US $ 49.691</td>
<td colspan="2">por ano </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">agua</td>
<td align="right">0,5</td>
<td>litro / l biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Reparos</td>
<td align="right">US $ 200.000</td>
<td colspan="2">por ano </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Bolo de imprensa</td>
<td align="right">1,4</td>
<td>kg / l de biodiesel</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo de transporte</td>
<td align="right">US $ 87.177</td>
<td colspan="2">por ano </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">produtos quimicos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Outros custos</td>
<td align="right">US $ 200.000</td>
<td colspan="2">por ano </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Produtos Químicos e Ingredientes</td>
<td>1,51</td>
<td> ¢ / l</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td><u> </u></td>
<td>Custos de produção </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Preços</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td colspan="2">   produtos quimicos</td>
<td colspan="2">Custo por litro</td>
<td> </td>
<td colspan="2">Custo por barril </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Eletricidade</td>
<td align="right">5,000</td>
<td> ¢ / KwH</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Produtos Químicos e Ingredientes</td>
<td>1,51</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">2,39</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">agua   </td>
<td align="right">0,092</td>
<td> ¢ / l</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>  Custo químico total</td>
<td align="right">1,51</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">2,39</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Glicerina</td>
<td align="right">7.500</td>
<td> ¢ / kg</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custo de matéria-prima</td>
<td align="right">20</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">31,80</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td colspan="2">   Outros custos diretos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Gestão do trabalho</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Reparos</td>
<td>0,79</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">1,27</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td>Número</td>
<td>Salário</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Transporte</td>
<td>2,64</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">4,23</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Operações</td>
<td align="right">12</td>
<td align="right">US $ 68.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>agua</td>
<td>0,05</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">0,08</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Manutenção</td>
<td align="right">2</td>
<td align="right">US $ 72.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Eletricidade</td>
<td>0,79</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">1,27</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Laboratório</td>
<td align="right">1</td>
<td align="right">US $ 80.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>De outros</td>
<td>0,79</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">1,27</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Manipuladores de Materiais</td>
<td align="right">10</td>
<td align="right">US $ 30.000</td>
<td> </td>
<td><u> </u></td>
<td> </td>
<td>  Total de outros custos</td>
<td align="right">5,07</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">8,11</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Administração</td>
<td align="right">3</td>
<td align="right">US $ 90.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Total</td>
<td align="right">28</td>
<td align="right">US $ 1.610.000</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td colspan="2">   Custos fixos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Depreciação</td>
<td align="right">3,74</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">5,87</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Outros custos diretos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Interesse</td>
<td align="right">6,94</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">10,89</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Reparos</td>
<td>0,79</td>
<td> ¢ / l</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Gestão do trabalho</td>
<td align="right">4,88</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">7,66</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Transporte</td>
<td>2,64</td>
<td> ¢ / l</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Marketing &amp; Procurement</td>
<td>1,06</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">1,66</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Marketing e Compras</td>
<td>1,06</td>
<td> ¢ / l</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Impostos sobre Propriedade, Seguros, etc.</td>
<td align="right">1,15</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">1,81</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">De outros</td>
<td>0,79</td>
<td> ¢ / l</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>  Custos Fixos Totais</td>
<td align="right">17,76</td>
<td colspan="2"> ¢ / litro</td>
<td align="right">27,88</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" height="20">Receita de subprodutos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td colspan="2">   Custos totais</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="20"> </td>
<td> </td>
<td> $</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Custos Variáveis ​​Totais</td>
<td align="right">6,57</td>
<td> ¢ / litro</td>
<td> </td>
<td align="right">10,50</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="20">Glicerina</td>
<td>2.970.000,00</td>
<td> $</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Total Variável e Custos Fixos</td>
<td align="right">44,34</td>
<td> ¢ / litro</td>
<td> </td>
<td align="right">70,18</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="25">Bolo de imprensa</td>
<td align="right">US $ 6.905.250,00</td>
<td> $</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td colspan="2">Menos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td height="25"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>Receita da Glicerina</td>
<td align="right">0,09</td>
<td>$ / litro</td>
<td> </td>
<td align="right">14,31</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="25"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td>receita do bolo de imprensa</td>
<td align="right">0,21</td>
<td>$ / litro</td>
<td> </td>
<td align="right">33,27</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
<tr>
<td height="25"> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td colspan="2">Custos Líquidos</td>
<td> </td>
<td> </td>
<td> </td>
<td align="right">22,61</td>
<td>$ / bbl</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br>
<b>(Acima financeiros são sem intercropping)</b></p>
<p><img class="editor_img" title="couplecroppingbiodieselcrop" src="http://jatrophaworld.org/images/couplecroppingbiodieselcrop.jpg?139" alt="couplecroppingbiodieselcrop">
<br>
<br>
<b>MOMAX3 Moringa com Camelina &amp; Castor na mesma área pode ampliar a produção, aumentar os lucros</b></p>
<p>O Centro Avançado de Biocombustíveis (ABC) relatou seu progresso em seu trabalho com sua missão "more Moringa" ao desenvolver o MOMAX3, a variedade perene de Moringa para a produção de mais óleo por hectare. Após a introdução e o sucesso do MOMAX3-Maru-Moringa, os pesquisadores da ABC também se dedicaram a descobrir o melhor cultivo de liga para o espaço entre fileiras do MOMAX3 Plantation.</p>
<p>Os cientistas do ABC finalmente selecionaram a colheita de camelina de curta duração no plantio de inverno / primavera e a mamona no plantio de verão em rotação com castanha de ervilha e Brassica juncea</p>
<p><b>Sobre MOMAX3 Maru-Moringa árvores perenes</b></p>
<p>A ABC está engajada no desenvolvimento e comercialização de sementes de mamona de alta produtividade como uma matéria-prima competitiva, sustentável e de segunda geração para o crescente mercado de biocombustíveis.A mamona é uma cultura de alto valor que tem o potencial de diversificar nosso portfólio de culturas e sistemas de rotação de culturas A variedade de moringa oleosa Maru-Moringa (MOMax3 ™) da ABC produzirá na maturidade até 3-4000 litros de óleo por hectare,</p>
<p><b>Camelina</b></p>
<p>Uma vez considerada uma erva daninha, a camelina está ganhando popularidade em algumas partes do país como uma cultura de cobertura de inverno que protege o solo. Além disso, sua semente contém óleo de alta qualidade para uso na culinária e como biodiesel, oferecendo uma alternativa renovável ao petróleo importado.) Os cientistas da ABC têm estado na vanguarda dos estudos para tornar a camelina e outras culturas oleaginosas biodiesel mais lucrativas para os desenvolvedores do Projeto. crescer, mais fácil para a indústria processar, e melhor desempenho como biocombustíveis acabados e outros produtos. Na ABC, os cientistas estão avaliando o resultado da integração de camelina, mamona, semente de linhaça e outras sementes oleaginosas com plantações de plantações perenes de óleo de árvore, como jatrofa, moringa, mahua e pongamia.</p>
<p>Descobriu-se que o óleo de camelina contém grandes quantidades de ácidos graxos ômega-3, como o óleo de linhaça, o que o torna adequado para uso como suplemento nutricional e óleo de uso geral.</p>
<p><b>Mamona</b></p>
<p>Através da linha de produtos melhorados de sementes CBMAX9 ™, nós fornecemos a Castor mais produtiva, mais uniforme e lucrativa do mundo, com 1,8 toneladas de óleo por ha.</p>
<p><strong>Com a introdução das culturas Camelina e Castor Bean com MOMAX3 Moringa, até 1450 galões de óleo podem ser produzidos por ano a partir de uma Fazenda de Moringa bem desenvolvida, adequadamente cuidada e eficientemente gerenciada.</strong></p>
<p>A tecnologia de plantação de árvores da árvore de óleo de Moringa será apresentada aos participantes do<a id="p1519796287507" href="http://jatrophaworld.org/global_moringa_meet_81.html" rel="nofollow"> 6º Global Moringa Meet 2018</a> : 2 dias Workshop Internacional sobre produção e aplicação de Moringa e também aos registrantes do<a id="p1519796351585" href="http://jatrophaworld.org/moringa_farm_stay_136.html" rel="nofollow"> Programa de Estada</a> de<a id="p1519796351585" href="http://jatrophaworld.org/moringa_farm_stay_136.html" rel="nofollow"> Moringa.</a></p>
<p><strong>Para saber mais sobre o plano de negócios de biodiesel de Moringa, confira</strong><a id="p1519795872880" href="http://jatrophaworld.org/moringa_biodiesel_business_plan_122.html" rel="nofollow"> aqui</a>  <strong> também e para obter uma cotação, envie sua solicitação</strong><a id="p1519795934452" href="http://jatrophaworld.org/request_for_proposal_111.html" rel="nofollow"> aqui</a></p>
<p><strong>Para saber mais sobre o valor agregado e o plano de negócios de Moringa, consulte</strong><a id="p1519795957962" href="http://jatrophaworld.org/moringa-value-addition-business-plan.html" rel="nofollow"> aqui</a></p></td></tr></tbody></table>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>sistema  integrada de   e bioenergia chp</title>
      <description><![CDATA[<p> </p>
<p></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> Balanco  de massa de  produ</p>
<p>cao biod , alcool ,cana</p>
<p> </p>
<p>https://photos.google.com/photo/AF1QipOw5UmabX1W1rD1n_NZU-p_e0mt0WR8y7lsrJ0?hl=pt-BR</p>
<p> </p>
<p>http://www.fapesp.br/eventos/bioen0809/querini.pdf        </p>
<p> </p>
<p> Biocombustivel 2a  geracao  optimizacao rotas</p>
<p> </p>
<p>http://egon.cheme.cmu.edu/esi/docs/pdf/ESI_Grossmann.pdf</p>
<p> </p>
<p>Pesquisa  bibilografias  diigo</p>
<p> </p>
<p>https://groups.diigo.com/group/greenbiotech</p>
<p> </p>
<p>Simbiose  industrial  </p>
<p> </p>
<p>http://www.sgc.se/ckfinder/userfiles/files/LiU39.pdf</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Glycerol   cabonate   solvente  additivos </p>
<p> </p>
<p>    https://www.researchgate.net/publication/273538598_Reactive_distillation_for_synthesis_of_glycerol_carbonate_via_glycerolysis_of_urea</p>
<p> </p>
<p>Alta conversão de glicerol foi alcançada pela redução da perda de reagente no destilado através de um aumento no número de etapas de decapagem e reação e uma diminuição no número de estágios de retificação. Além disso, o glicerol e a ureia no destilado foram reciclados para a seção reativa, aumentando a taxa de[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Fri, 08 Jun 2018 22:23:45 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i188-sistema-integrada-de-e-bioenergia-chp</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i188-sistema-integrada-de-e-bioenergia-chp</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<div id="outer_page_2" class="outer_page only_ie6_border not_visible"> </div>
<div class="between_page_ads"><img id="yui_3_14_1_1_1526850003411_624" src="https://www.researchgate.net/profile/Atta_Ajayebi/publication/258059697/figure/fig1/AS:559911814864896@1510504787763/System-boundary-and-process-description-of-the-studied-jatropha-biodiesel-model.png" width="850" height="682"></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div id="between_page_ads_4" class="between_page_ads"> Balanco  de massa de  produ</div>
<div class="between_page_ads">cao biod , alcool ,cana</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"><a href="https://photos.google.com/photo/AF1QipOw5UmabX1W1rD1n_NZU-p_e0mt0WR8y7lsrJ0?hl=pt-BR" target="_blank" rel="nofollow">https://photos.google.com/photo/AF1QipOw5UmabX1W1rD1n_NZU-p_e0mt0WR8y7lsrJ0?hl=pt-BR</a></div>
<div id="outer_page_6" class="outer_page only_ie6_border not_visible"> </div>
<div id="between_page_ads_6" class="between_page_ads"><a href="http://www.fapesp.br/eventos/bioen0809/querini.pdf" target="_blank" rel="nofollow">http://www.fapesp.br/eventos/bioen0809/querini.pdf        </a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> Biocombustivel 2a  geracao  optimizacao rotas</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"><a href="http://egon.cheme.cmu.edu/esi/docs/pdf/ESI_Grossmann.pdf" target="_blank" rel="nofollow">http://egon.cheme.cmu.edu/esi/docs/pdf/ESI_Grossmann.pdf</a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Pesquisa  bibilografias  diigo</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"><a href="https://groups.diigo.com/group/greenbiotech" target="_blank" rel="nofollow">https://groups.diigo.com/group/greenbiotech</a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Simbiose  industrial  </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"><a href="http://www.sgc.se/ckfinder/userfiles/files/LiU39.pdf" target="_blank" rel="nofollow">http://www.sgc.se/ckfinder/userfiles/files/LiU39.pdf</a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Glycerol   cabonate   solvente  additivos </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">    <a href="https://www.researchgate.net/publication/273538598_Reactive_distillation_for_synthesis_of_glycerol_carbonate_via_glycerolysis_of_urea" rel="nofollow">https://www.researchgate.net/publication/273538598_Reactive_distillation_for_synthesis_of_glycerol_carbonate_via_glycerolysis_of_urea</a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Alta conversão de glicerol foi alcançada pela redução da perda de reagente no destilado através de um aumento no número de etapas de decapagem e reação e uma diminuição no número de estágios de retificação. Além disso, o glicerol e a ureia no destilado foram reciclados para a seção reativa, aumentando a taxa de refluxo para um valor razoável. O design adequado e os parâmetros operacionais foram obtidos em 3 estágios de decapagem, 3 estágios reativos, sem estágio de retificação, aquecimento térmico de rebok de 15 kW e taxa de refluxo de 2. Isto ofereceu 93,6% de conversão de glicerol e 90,0% de carbonato de glicerol com 100 % de pureza no produto final. Em comparação com o processo convencional in vacua, a destilação reativa promoveu conversão de glicerol em 29,1% e economizou em consumo de energia em 37,1%.</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Capium elephant</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> <a href="http://rvq.sbq.org.br/imagebank/pdf/v9n1a03.pdf" rel="nofollow">http://rvq.sbq.org.br/imagebank/pdf/v9n1a03.pdf </a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Inovação em Biorrefinarias I. Produção de Etanol de Segunda
<br>
Geração a partir de Capim-Elefante (Pennisetum purpureum) e
<br>
Bagaço de Cana-de-Açúcar (Saccharum officinarum)
<br>
Grasel, F. S.; Stiehl, A. C. R.; Bernardi, L. P.; Herpich, T. L.; Behrens, M. C.;
<br>
Andrade, J. B.; Schultz, J.; Mangrich, A. S.*
<br>
Rev. Virtual Quim., 2017, 9 (1), 4-14. Data de publicação na Web: 19 de dezembro de 2016
<br>
http://rvq.sbq.org.br</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">Resumo
<br>
Nesta primeira parte do nosso trabalho sobre inovação em biorrefinarias, a biomassa é previamente tratada para
<br>
separar a celulose de outros componentes da biomassa vegetal, seguida de hidrólise ácida para produzir glicose, a
<br>
qual é fermentada para produzir etanol de segunda geração (2G). A biomassa residual gerada nesta primeira será
<br>
submetida à pirólise para produzir biochar, bio-óleo, e biogás em um procedimento subsequente de biorrefinaria.
<br>
Neste trabalho, capim-elefante (Pennisetum purpureum) e bagaço de cana (Saccharum officinarum) foram
<br>
submetidos à hidrólise ácida, sob pressão atmosférica, como um exemplo da parte inicial do processo. O maior
<br>
rendimento de celulose foi obtido para o bagaço de cana do que para o capim-elefante, com valores de 45 % e 32
<br>
%, respectivamente. Na avaliação do açúcar produzido, as duas gramíneas mostraram valores de cerca 13 g/100 g
<br>
de biomassa seca. Em termos do etanol 2G obtido, o bagaço de cana apresentou um rendimento de 96 L.t-1 de
<br>
biomassa seca, enquanto o capim-elefante rendeu 79 L.t-1. Apesar do fato de que o bagaço de cana apresentar
<br>
maior potencial de produção 2G etanol, o capim-elefante não deixa de ser uma boa alternativa, devido à sua
<br>
adaptabilidade e capacidade de crescer em vários climas e sob condições adversas de solo.
<br>
Palavras-chave: Biorrefinarias; capim elefante; bagaço de cana; etanol 2G; hidrólise ácida.
<br>
* Universidade Federal do Paraná, Departamento de Química, CEP 81531-990, Curitiba-PR, Brasil.
<br>
mangrich@ufpr.br
<br>
DOI: 10.21577/1984-6835.20170003</div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads"> </div>
<div class="between_page_ads">
<div class="g">
<div>
<div class="rc">
<h3 class="r"><a href="https://proceedings.galoa.com.br/cobeq/cobeq-2016/trabalhos/implementacao-de-biodigestor-e-sua-integracao-em-biorefinaria-na-plataforma-emso/download?lang=pt-br" rel="nofollow">implementação de biodigestor e sua integração em biorefinaria na ...</a></h3>
<div class="s">
<div>
<div class="f hJND5c TbwUpd"><cite class="iUh30">https://proceedings.galoa.com.br/cobeq/cobeq.../implementacao.../download?...</cite>
<div class="action-menu ab_ctl"> </div>
</div>
<span class="st">processo é possível aliar a recuperação de energia, na forma de <em>biogás</em>, ao mesmo tempo em que se obtém ... apresentam-se os resultados obtidos da <em>implementação</em> no simulador EMSO do processo ..... _-_4o_lev_-_14-15.<em>pdf</em> &gt; Acesso em Mai. 2015. ... http://www.<em>proceedings</em>.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid= ...</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="g">
<div>
<div class="rc">
<h3 class="r"><span class="sFZIhb b w xsm">[PDF]</span><a href="https://proceedings.galoa.com.br/cobeq/cobeq-2016/trabalhos/estudo-de-viabilidade-de-geracao-de-energia-a-partir-de-biogas-gerado-por-aterro-sanitario/download?lang=pt-br" rel="nofollow">estudo de viabilidade de geração de energia a partir de biogás ...</a></h3>
<div class="s">
<div>
<div class="f hJND5c TbwUpd"><cite class="iUh30">https://proceedings.galoa.com.br/cobeq/cobeq-2016/...biogas.../download?...</cite>
<div class="action-menu ab_ctl"> </div>
</div>
<span class="st">possibilidade de geração de energia através do <em>biogás</em> gerado pelo aterro sanitário. Essencis ... Observou-se ser possível o aproveitamento energético do <em>biogás</em> gerado, ..... http://www.fockink.ind.br/portal/admin/Arquivos/down_226_2.<em>pdf</em>.</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="g"> </div>
</div>
<div class="between_page_ads">IMPLEMENTAÇÃO DE BIODIGESTOR E SUA INTEGRAÇÃO
<br>
EM BIOREFINARIA NA PLATAFORMA EMSO
<br>
A. A. LONGATI1
<br>
, A. R. A. LINO1
<br>
e A. J. G. CRUZ2
<br>
1 Universidade Federal de São Carlos, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química
<br>
2 Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Engenharia Química
<br>
E-mail para contato: andrezalongati@gmail.com
<br>
RESUMO – Grandes esforços vêm sendo realizados na busca da otimização energética
<br>
do processo de produção de etanol. A digestão anaeróbia da vinhaça, efluente mais
<br>
abundante de uma destilaria autônoma, surge como uma possibilidade. Por meio deste
<br>
processo é possível aliar a recuperação de energia, na forma de biogás, ao mesmo tempo
<br>
em que se obtém um fertilizante de melhor qualidade para uso no campo. Neste trabalho
<br>
apresentam-se os resultados obtidos da implementação no simulador EMSO do processo
<br>
de geração de energia empregando vinhaça como substrato. A unidade foi integrada a
<br>
uma destilaria autônoma de produção de etanol anidro (1G) e eletricidade e também a
<br>
uma planta de produção de etanol anidro 1G/2G, ambas implementadas no EMSO. O
<br>
aproveitamento da energia proveniente do biogás gerou um incremento de 5,41 % na
<br>
quantidade de vapor produzida na destilaria autônoma e uma economia de 4,00 % na
<br>
quantidade de bagaço destinado a queima, liberando o mesmo para a produção de etanol
<br>
2G em uma planta de produção de etanol anidro 1G/2G, aumentando a produtividade do
<br>
processo em 1,12 %.</div>
<div id="between_page_ads_7" class="between_page_ads"> </div>
<div id="outer_page_8" class="outer_page only_ie6_border not_visible">De março de 2008</div>
<div id="outer_page_10" class="outer_page only_ie6_border">
<div id="page10" class="page">
<div class="layer scale_hack">
<div class="middle_layer">
<div class="inner_layer">
<div class="ff2">10</div>
<div class="ff2">© Organic Fuels Holdings, Inc. - Todos os direitos reservados</div>
<div class="ff2">Outras opções de biorrefinaria integrada</div>
<div class="ff2">• Cana de açúcar e etanol biothermal com algas</div>
<p class="pl ff0">• <span class="ff2">Cana-de-açúcar a etanol através de fermentação convencional</span>
<br>
• <span class="ff2">Gaseificação de biomassa co-produzida (bagaço e folhagem)</span>
<br>
• <span class="ff2">Conversão de gás de síntese em etanol adicional através de anaerobiose</span></p>
<div class="ff2">digestão</div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">Dióxido de carbono da fermentação e gás residual de anaeróbio</span></div>
<div class="ff2">digestão para o cultivo de algas</div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">Aplicação em ambientes com baixos preços de energia</span></div>
<div class="ff2">• Etanol celulósico e algas</div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">Hidrólise enzimática da biomassa lignocelulósica seguida de</span></div>
<div class="ff2">fermentação</div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">Lignito remanescente queimado para calor e energia</span></div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">CO 2 da fermentação e combustão usada para o cultivo de algas</span></div>
<div class="ff2">• Algas com fermentação de farinha e proteína</div>
<p class="pl ff0">• <span class="ff2">Extração de óleo em meio aquoso</span>
<br>
• <span class="ff2">Farinha e proteína fermentada em etanol</span>
<br>
• <span class="ff2">CO 2 da fermentação reciclada para cultura de algas</span>
<br>
• <span class="ff2">Adequado para ambientes ár</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="outer_page_11" class="outer_page only_ie6_border">
<div id="page11" class="page">
<div class="layer">
<div class="inner_layer"> </div>
</div>
<div class="layer scale_hack">
<div class="middle_layer">
<div class="inner_layer">
<div class="ff2">De março de 2008</div>
<div class="ff2">11</div>
<div class="ff2">© Organic Fuels Holdings, Inc. - Todos os direitos reservados</div>
<div class="ff2">Status atual</div>
<div class="ff2">• A integração da fermentação de biomassa e cultivo de algas está sujeita</div>
<div class="ff2">de uma patente detida pela Cargill (WO / 2006/127512)</div>
<div class="ff2">• Programa de Espécies Aquáticas NREL e outros estudos iniciais também</div>
<div class="ff2">explorou as opções de integração como um meio para melhorar o carbono</div>
<div class="ff2">ambientes de dióxido</div>
<div class="ff2">• UT Auburn e várias outras instituições ativamente explorando processos</div>
<div class="ff2">opções</div>
<div class="ff2">• Os problemas estão no campo das soluções de engenharia econômicas</div>
<div class="ff2">em vez de ciência fundamental</div>
<div class="ff2">• Intensidade de capital de operações de grande escala fará o primeiro projeto</div>
<div class="ff2">difícil financiar</div>
<div class="ff2">• Provável caminho para a comercialização de produtos pequenos a intermediários</div>
<div class="ff2">projetos de algas escala de carona em grande escala comprovada</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="ff2"> </div>
<div class="ff2"> </div>
<div id="outer_page_11" class="outer_page only_ie6_border">
<div id="page11" class="page">
<div class="layer scale_hack">
<div class="middle_layer">
<div class="inner_layer">
<div class="ff2">tecnologia de cana</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="ff2"> </div>
<div class="ff2"> </div>
<div class="ff2"> </div>
<div class="ff2">
<div id="outer_page_6" class="outer_page only_ie6_border not_visible"> </div>
<div id="between_page_ads_6" class="between_page_ads"><a href="http://www.fapesp.br/eventos/bioen0809/querini.pdf" target="_blank" rel="nofollow">http://www.fapesp.br/eventos/bioen0809/querini.pdf        </a></div>
<div class="between_page_ads"> </div>
</div>
<div class="ff2"> </div>
<div class="ff2">producao  de biod</div>
<div class="ff2">
<div><span class="notranslate"><b>Produção integrada de FAEE e etanol</b> .</span> <span class="notranslate">Este processo consiste em integrar as algas</span></div>
<div><span class="notranslate">produção de biodiesel com uma tecnologia de bioetanol de primeira geração para processar o amido contido no</span></div>
<div><span class="notranslate">12</span></div>
<div>
<hr>
<table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="right"><span class="notranslate"><span style="font-family: arial, sans-serif;"><a id="13" name="13"></a><b>Página 13</b></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div><span class="notranslate">algas.</span> <span class="notranslate">Assim, algas são cultivadas em lagoas.</span> <span class="notranslate">Em seguida, usando um solvente orgânico em um ciclo quase fechado e</span></div>
<div><span class="notranslate">ação mecânica, o óleo é extraído e o amido é separado.</span> <span class="notranslate">O amido é decomposto em glicose via</span></div>
<div><span class="notranslate">liquefação e sacarificação.</span> <span class="notranslate">Subsequentemente, a glicose é fermentada em etanol.</span> <span class="notranslate">Finalmente, o etanol é</span></div>
<div><span class="notranslate">desidratado.</span> <span class="notranslate">Em paralelo, o óleo é transesterificado usando o etanol desidratado.</span> <span class="notranslate">O uso de homogêneo</span></div>
<div><span class="notranslate">catalisadores implica a necessidade de um passo de lavagem.</span> <span class="notranslate">Catalisadores heterogêneos, embora normalmente exijam um excesso maior</span></div>
<div><span class="notranslate">de álcool para atingir a mesma conversão, com o correspondente consumo de energia para recuperá-lo, simplifica</span></div>
<div><span class="notranslate">a purificação do produto.</span> <span class="notranslate">O etanol é recuperado, reciclado e misturado com parte do etanol produzido</span></div>
<div><span class="notranslate">do amido.</span> <span class="notranslate">O glicerol é separado do biodiesel e vendido como subproduto (Martín &amp; Grossmann,</span></div>
<div><span class="notranslate">2013a).</span> <span class="notranslate">Veja a Tabela 2. A Figura 8 mostra o diagrama de blocos para processos baseados em algas, incluindo todos os</span></div>
<div><span class="notranslate">alternativas avaliadas</span></div>
</div>
<div id="outer_page_11" class="outer_page only_ie6_border">
<div id="page11" class="page">
<div class="layer scale_hack">
<div class="ff2">
<div><span class="notranslate"><b>Produção integrada de FAEE e etanol usando glicerol para aumentar a produção de etanol</b> .</span> <span class="notranslate">O básico</span></div>
<div><span class="notranslate">processo corresponde à produção simultânea de biodiesel e bioetanol.</span> <span class="notranslate">O glicerol produzido pode</span></div>
<div><span class="notranslate">também ser fermentado em etanol e, assim, aumentar a produção de etanol.</span> <span class="notranslate">Nós consideramos o</span></div>
<div><span class="notranslate">processo que produz biodiesel e etanol a partir de algas.</span> <span class="notranslate">O glicerol é depois processado para etanol.</span> <span class="notranslate">o</span></div>
<div><span class="notranslate">etapas de desidratação já são necessárias, já que obtemos etanol da fermentação de açúcar.</span> <span class="notranslate">Portanto, embora</span></div>
<div><span class="notranslate">o consumo de energia devido à desidratação de um fluxo maior aumenta, o mesmo acontece com o rendimento de algas para</span><span class="notranslate">biocombustíveis (Martín &amp; Grossmann, 2014a).</span> <span class="notranslate">A outra vantagem é a economia de escala devido ao comum</span></div>
<div><span class="notranslate">seção para desidratação por etanol.</span> <span class="notranslate">Veja a Tabela 2 e a Figura 8 para o diagrama de blocos</span></div>
<div><span class="notranslate"><i>Processos baseados em energia solar e 3.5-solar.</i></span></div>
<div><span class="notranslate">Enquanto a energia eólica e solar tem sido dedicada à produção de energia, o principal desafio até agora</span></div>
<div><span class="notranslate">é o armazenamento.</span> <span class="notranslate">A disponibilidade de energia solar e eólica resulta em produção de energia volátil com o tempo.</span> <span class="notranslate">Contudo,</span></div>
<div><span class="notranslate">Podemos armazenar esse poder como energia química, sintetizando produtos químicos.</span> <span class="notranslate">ou seja, metano, usando CO 2 como carbono</span></div>
<div><span class="notranslate">fonte.</span> <span class="notranslate">Nesta seção, descrevemos a produção de energia a partir de instalações de energia solar concentrada e</span></div>
<div><span class="notranslate">produção de metano a partir de energia eólica e solar.</span> <span class="notranslate">Veja a Tabela 3 para o resumo dos resultado</span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="between_page_ads_11" class="between_page_ads"> </div>
<div id="outer_page_12" class="outer_page only_ie6_border">
<div class="b_tl"> </div>
<div class="b_tr">De março de 2008</div>
<div id="page12" class="page">
<div class="layer scale_hack">
<div class="middle_layer">
<div class="inner_layer">
<div class="ff2">12</div>
<div class="ff2">© Organic Fuels Holdings, Inc. - Todos os direitos reservados</div>
<div class="ff2">Conclusões</div>
<div class="ff2">• Biorrefinarias Integradas de Grande Escala</div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">São economicamente viáveis ​​e podem competir em um petróleo de US $ 70 + / bbl</span></div>
<div class="ff2">ambiente de petróleo sem créditos fiscais ou subsídios</div>
<div class="ff0">• <span class="ff2">Pode ser projetado para combinar processos complementares para gerar</span></div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title>Processo inovado para conversão de biomassa lignocelulósica em álcool, biogás e fertilizante natural</title>
      <description><![CDATA[<p>Processo inovado para conversão de biomassa lignocelulósica em álcool, biogás e fertilizante natural</p>
<p> http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000022002000200043&amp;script=sci_arttext</p>
<p>Lincoln C. TeixeiraI; Ralph O. H. RosenstielII</p>
<p>IPesquisador da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETEC, Setor de Biotecnologia e Tecnologia Química; Av. José Cândido da Silveira, 2000; CEP 31170-000; Belo Horizonte; MG;Tel.: (031) 3489-2231; Fax: (031) 3489-2200; e-mail: lct@cetec.br  IIConsultor em área agrícola e industrial; R. Uruguay, 555 E; CEP 40800-000; Salvador; BA;Tel.: (075)9156-6333; e-mail: olafrosestiel@bol.com.br</p>
<p>    </p>
<p></p>
<p>RESUMO</p>
<p>Bagaço de cana de açúcar tem sido utilizado como combustível sólido para produção de vapor e energia elétrica. Os processos de queima direta ou indireta de biomassa[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Sun, 20 May 2018 00:29:37 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i185-processo-inovado-para-convers%C3%A3o-de-biomassa-lignocelul%C3%B3sica-em-%C3%A1lcool-biog%C3%A1s-e-fertilizante-natural</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i185-processo-inovado-para-convers%C3%A3o-de-biomassa-lignocelul%C3%B3sica-em-%C3%A1lcool-biog%C3%A1s-e-fertilizante-natural</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"><b>Processo inovado para conversão de biomassa lignocelulósica em álcool, biogás e fertilizante natural</b></span></p>
<p><a href="http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000022002000200043&amp;script=sci_arttext" target="_blank" rel="nofollow"> http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000022002000200043&amp;script=sci_arttext</a></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><b>Lincoln C. Teixeira<sup>I</sup>; Ralph O. H. Rosenstiel<sup>II</sup></b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><sup>I</sup>Pesquisador da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETEC, Setor de Biotecnologia e Tecnologia Química; Av. José Cândido da Silveira, 2000; CEP 31170-000; Belo Horizonte; MG;Tel.: (031) 3489-2231; Fax: (031) 3489-2200; e-mail: <a href="mailto:lct@cetec.br" rel="nofollow">lct@cetec.br</a></span> 
<br>
<span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><sup>II</sup>Consultor em área agrícola e industrial; R. Uruguay, 555 E; CEP 40800-000; Salvador; BA;Tel.: (075)9156-6333; e-mail: <a href="mailto:olafrosestiel@bol.com.br" rel="nofollow">olafrosestiel@bol.com.br</a></span></p>
<p>    </p>
<hr>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><b>RESUMO</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Bagaço de cana de açúcar tem sido utilizado como combustível sólido para produção de vapor e energia elétrica. Os processos de queima direta ou indireta de biomassa são geradores de substâncias cancerígenas para o meio-ambiente. Combustíveis líquidos e biogás queimam completamente e isso faz com que os sistemas de bioconversão sejam mais atrativos. 
<br>
Baseado nestes fatos, temos desenvolvido um processo onde o bagaço é primeiramente tratado com vapor, a elevadas temperaturas e pressões, para a remoção de pentoses. Em torno de 80% do total do conteúdo hemicelulósico é facilmente removido e convertido em etanol através de fermentação com leveduras. Uma tonelada de biomassa seca gera aproximadamente 150 L de etanol (94%). O resíduo sólido obtido, fração celulose-lignina, é misturada com o vinhoto para a produção de biogás. O pré-tratamento é muito importante para o aumento do rendimento de biogás e da relação CH<sub>4</sub>/CO<sub>2.</sub> Ao final do processo, obtêm-se um fertilizante neutro e seguro, de rápida absorção, que pode ser retornado para o campo sem o mau cheiro característico da vinhaça em decomposição. A fração orgânica de lixo urbano também pode ser usada como matéria-prima alimentador do processo com redução do tempo de compostagem e produção adicional de álcool. 
<br>
O processo descrito satisfaz as diretrizes internacionais para o desenvolvimento sustentável baseado no uso de tecnologias limpas.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><b>Palavras chaves: </b>Biomassa, fermentação, etanol, biogás, fertilizante.</span></p>
<hr>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><b>ABSTRACT</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Sugar cane bagasse (SCB) is currently been used as a solid fuel, despite carcinogenic emissions and risk for the environment. Liquid fuels and biogas burn completely that makes bioconversion systems more attractive for the environment. 
<br>
Based on these facts, we have developed a process where bagasse is firstly treated with steam at high temperature e pressure for pentoses removal. Around 80% of total hemicellulose might be easily removed and converted to ethanol by yeast fermentation. One metric ton of dried biomass might generate approximately 150 L of ethanol (94%). In order to complete the process, the residual cellulose-lignin solid fraction is mixed with vinasses for biogas production. The pre-treatment is very beneficial for increasing biogas yield and CH<sub>4</sub>/CO<sub>2</sub> ratio. In addition, at the end of the process, we obtain a neutral and safe fertilizer, of very fast absorption, that could be send back to the crops without bad smelling characteristic of crude vinasses in decomposition. Municipal solid waste (MSW) might be used as well shortening time of composting with additional liquid fuel production. 
<br>
The proposed approach satisfies the international guidelines for a sustainable development by using cleanest technologies.</span></p>
<hr>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><b>INTRODUÇÃO</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Diversos tipos de resíduos lignocelulósicos são gerados por processos industriais, exploração agrícola e pela população das áreas urbanas; sendo os resíduos florestais, bagaço de cana de açúcar e parte da fração do lixo, a orgânica, os mais representativos. Em torno de 200 milhões de toneladas de bagaço de cana foram geradas no mundo em 1995, desse total 95% foi utilizado como combustível sólido nas usinas (Hall e Rosillo-Calle, 1998).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Biomassa tem sido utilizada geralmente como combustível sólido em sistemas do tipo "Steam-Rankine Cycle" ou em novos processos denominados "Integrated Gasification Combined Cycle (IGCC)" (DeLaquil, 2000; ,Herzog et alli, 2001). Embora considerados processos de simples operacionalidade, o primeiro apresenta baixa eficiência em conversão energética (Herzog et alli, 2001) e o segundo, a biomassa deve ser seca e classificada antes da sua gaseificação (Brammer e Brigwater, 1999). Em adição, as emissões de compostos cancerígenos tem sido um importante assunto sinalizado por especialistas (Alfheim e Ramdahl, 1986). O lixo urbano usualmente é também queimado, colocado em aterros ou usado em processos de compostagem.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Digestão anaeróbica tem sido tradicionalmente utilizado na China e India (Hall e Rosillo-Calle, 1998). Esta tecnologia tem sido muito aplicada em vários projetos e plantas industriais em plena execução na Europa (Spiegeleer, 1999; Thyselius, 1999; Zantem, 1999; Anônimo, 1997, 1999, 2000a, 2000b e 2001a) . A co-digestão de resíduos domésticos, esterco e de resíduos de destilarias tem sido praticado industrialmente na Suécia (Anônimo, 2000c). Uma planta combinada para geração de vapor e energia teve seu início também na Suécia em 1993, usando 30.000 t/ano de esterco e 5.000 t/ano de resíduo orgânico de indústria como substratos. Desde então, a planta industrial tem permitido a produção de 3000-4.000 m<sup>3</sup>/dia de biogás, produzindo 450 kW de eletricidade e 650 kW em calor (Anônimo, 2000d).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Nosso processo foi concebido para uma produção sustentável. É mais apropriado que sistemas convencionais de queima de biomassa e satisfaz todos os requerimentos para a qualidade do ar, recompõem o solo com um fertilizante natural e gera duas fontes de combustíveis renováveis: biogás e etanol. Diferentes tipos de resíduos orgânicos como o lixo podem ser usados com substrato. do processo diminuindo o tempo de biodigestão e compostagem com produção adicional de combustível líquido.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><b>DESCRIÇÃO DO PROCESSO</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><b>Resultados preliminares</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">A biodisgestão de vinhaça tem usualmente apresentado vários problemas e o bagaço de cana tem sido muito útil aumentando o conteúdo em sólidos e consequentemente o rendimento do gás produzido. Um disgestor de 20 L de dois estágios foi alimentado com 15 kg de uma lama preparada com bagaço de cana e vinhoto (10-11% de sólidos totais) e pré-digerida por um período de 72 horas, e este substrato convertido em biogás após a correção do pH. O digestor de dois estágios tem sido muito eficiente permitindo o crescimento de bactérias acidogênicas (2-3 dias) e metanogênicas (21-28 dias) em fases distintas. Em torno de 50% dos sólidos originais foram convertidos em biogás. Foi verificado um rendimento de 0,55 m<sup>3</sup> biogás/kg biomassa seca. A concentração de metano, medida através de cromatografia gasosa, foi de 65%. Os resultados preliminares foram satisfatórios considerando a pequena escala, para grandes digestores são esperados maiores rendimentos. Rendimentos são diretamente proporcionais ao volume dos biodigestores (Anônimo, 2001a).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><b>Tecnologia proposta</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Objetivando agregar valor ao processo e aumentar a relação CH<sub>4</sub>/CO<sub>2 ,</sub> temos desenvolvido um pré-tratamento a ser aplicado na biomassa lignocelulósica antes de sua digestão, aproximadamente 80% do total da hemicelulose pode ser removida facilmente da biomassa através de explosão com vapor (Mello Junior et alli, 1989; Carlos et alli, 1999) e os açúcares resultantes, pentoses, podem gerar aproximadamente 150 litros de etanol (94%) por tonelada de biomassa seca. Plantas comerciais para a produção de bioetanol têm incluido em suas instalações o fracionamento da hemicelulose como primeira etapa antes da hidrólise da celulose (Anônimo, 2001b). A <a href="http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000022002000200043&amp;script=sci_arttext#f1" rel="nofollow">Fig. 1</a>mostra o fluxograma simplificado e o respectivo balanço de massa do processo proposto.</span></p>
<p><a id="f1" name="f1"></a></p>
<p align="center"><img src="http://www.proceedings.scielo.br/img/eventos/agrener/n4v2/111f01.gif"></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Em Hamar, na Noruega, a hidrólise térmica é aplicada em esgoto doméstico para maximizar a produção de biogás (Anônimo 2000e). A qualidade do biogás produzido pelo nosso processo, que pode ser melhorado para 70% de metano em função da exposição da celulose aos microorganismos é usado para gerar vapor para a recuperação do álcool e produção de eletricidade para uso local e comercialização do excedente. De acordo com a literatura, 145.000 m<sup>3</sup> de biogás (65% metano) pode gerar 65 kW<sub>elétrico</sub> "co-gen" ou para 200 kW "boiler" com vapor saturado a 140 °C. Vapor oferece muita flexibilidade para o suprimento térmico em destilarias (Behmel, 1998).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Completando o ciclo, a lama residual, contendo em torno de 0,5% de micronutrientes (P, K, Ca, Mg, Na, S, etc.), 3.8% de carbono and 0.3 % de nitrogênio com macronutrientes, após a remoção de metais pesados, pode ser retornado ao campo como um fertilizantes neutro de rápida absorção e sem o mau cheiro característico de vinhaça em decomposição.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">Finalmente, diferente tipos de resíduos sólidos tais como o lixo orgânico podem ser utilizados como substratos diminuindo o tempo de compostagem com produção adicional de combustível líquido. Uma planta que utiliza lixo orgânico correntemente em operação no Canadá, baseada no processo denominado BTA, realiza a hidrólise antes da biodigestão diminuindo o tempo de biodigestão e compostagem (Anônimo, 2000f). A adaptação necessária para a compostagem anaeróbica da fração celulose-lignina é a instalação de digestores cilíndricos-horizontais construidos para movimentos rotacionais e recuperação de biogás.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</b></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[1] Hall D.O. e Rosillo-Calle F.; <b>The role of bioenergy in developing countries;</b> 10<sup>th</sup> European Conference and Technological Exhibition; Proceedings of the International Conference. H. Kopetz, T. Weber, W. Palz, P. Chartier, G.L. Ferrero, Eds., Würzburg, Germany, p. 52-55, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[2] DeLaquil P.; <b>Progress Developing a Sugar Cane Cogeneration Industry;</b> International Cane Energy News, April 2000, p. 1.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[3] Herzog A.V., Lipman T.E. e Kammen D.M.; <b>Renewable energy sources;</b> Encyclopaedia of Life Support Systems (EOLSS) Forerunner Volume "Perspectives and Overview of Life Support Systems and Sustainable Development," Part 4C. Energy Resource Science and Technology Issues in Sustainable Development (in print), available at <u><a href="http://www.eolss.com/" target="_blank" rel="nofollow">http://www.eolss.com.</a></u>; 2001.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[4] Brammer J.G. e Brigwater ªV.; <b>Drying in a biomass gasification plant for power or cogeneration;</b>Proceedings of the Fourth Biomass Conference of the Americas. Biomass: A Growth Opportunity In green Energy and Value-Added Products, volume 1. Edited by R.P. Overend and E. Chornet., p. 281-287; 1999.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[5] Alfheim I. e Ramdahl T.; <b>Mutagenic and carcinogenic compounds from energy generation;</b> Final Report No. NP-6752963 (NTIS No. DE 86752963). Center for Industriforkning. Oslo, Norway.; 1986.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[6] Spiegeleer E.; <b>The power of organic wastes;</b> CADDET Renewable Energy Newsletter, December 1999, p. 4-6.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[7] Thyselius L. et al; <b>The potential for biogas in Sweden;</b> CADDET Renewable Energy Newsletter, December 1999, p. 10-12.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[8] Zanten W.; <b>Energy from waste and biomass;</b> CADDET Renewable Energy Newsletter, December 1999, p. 13-15.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[9] Anônimo; <b>Biogas from organic household waste;</b> CADDET Renewable Energy Newsletter, December 1999, p. 18-20.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[10] Anônimo; <b>Anaerobic digestion of farm waste in the UK;</b> Technical Brochure No. 60. CADDET Centre for Renewable Energy, Oxfordshire, UK.; 1997.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[11] Anônimo; <b>Modern biogas technology from Saxony;</b> LRZ Landhandels- und Recycling-Zentrum GmbH. Available at <u><a href="http://www.lrz-neukirchen.de/" target="_blank" rel="nofollow">http://www.lrz-neukirchen.de</a></u>; 2001a.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[12] Anônimo; <b>Danish biogas plant with separate line for organic household waste.</b> Technical Brochure No. 125. CADDET Centre for Renewable Energy, Oxfordshire, UK.; 2000a.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[13] Anônimo; <b>Batch anaerobic digestion of green waste in a BIOCEL converter.</b> Technical Brochure No. 134. CADDET Centre for Renewable Energy, Oxfordshire, UK.; 2000b.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[14] Anônimo; <b>Co-disgestion of manure with industrial and household waste;</b> Technical Brochure No. 118. CADDET Centre for Renewable Energy, Oxfordshire, UK.; 2000c.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[15] Anonymous; <b>Biogas combined heat and power in Sweden;</b> Technical Brochure No. 112. CADDET Centre for Renewable Energy, Oxfordshire, UK.; 2000d.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[16] Mello Junior C.A., Costa L.R.O., Machado P.F., d'Arce R.D. e Mattos W.R.S.; <b>Efeito do tratamento a pressão de vapor no bagaço de cana de açúcar sobre a sua degradação <i>in vitro</i> e digestibilidade <i>in vivo</i>;</b>Livestock Research for Rural Development, vol. 1, n. 1. Available at <a href="http://www.cipav.org.co/" target="_blank" rel="nofollow">http://www.cipav.org.co</a>; 1989.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[17] Carlos M., Wahlbom F., Galbe M., Jönsson L. e Hahn-Hägerdal B.; <b>Preparation of sugarcane bagasse hydrolysates for alcoholic fermentation by yeasts;</b> 6<sup>th</sup> Brazilian Symposium on the Chemistry of Lignins and other Wood Components, October 25-28, 1999, Guaratinguetá, SP, Brazil.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[18] Anonymous; <b>Wood-Ethanol: a BC Value Added Opportunity.</b> Technology Review. <u><a href="http://www.pyr.ec.gc.ca/ep/wet/section16.html" target="_blank" rel="nofollow">http://www.pyr.ec.gc.ca/ep/wet/section16.html</a></u>.; 2001b.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[19] Anonymous; <b>Thermal hydrolysis of sewage sludge;</b> Technical Brochure No. 111. CADDET Centre for Renewable Energy, Oxfordshire, UK.; 2000e.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[20] Behmel U.; <b>Energy-related processing of organic wastes in agricultural biogas plants in combination with the effective use of fertilisers;</b> 10<sup>th</sup> European Conference and Technological Exhibition. Proceedings of the International Conference. H. Kopetz, T. Weber, W. Palz, P. Chartier, G.L. Ferrero, Eds., Würzburg, Germany, p. 156-159; 1998.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">[21] Anonymous; <b>New MSW anaerobic digestion facility operating in Canada;</b> Bioenergy Update, vol. 2, n. 12, Published by General Bioenergy, Inc., Florence, Alabama, USA; 2000f.</span></p>
<div align="left"> </div>
<div class="spacer"> </div>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title> Óleos comestíveis  vegetais  e   Óleos essenciais</title>
      <description><![CDATA[<p class="style60">1 Introduction</p>
<p>Oils are organic molecule of carbon, hydrogen, oxygen and sometimes nitrogen and sulfur. It is composed of long chain fatty acids and esters (glyceride ester) as well as derivative of glycerine, long chain fatty alcohol, sulfate and sulfonates. Oils like caster oil, linseed oil are non edible and oils like ground nut oil, coconut oil are edible .</p>
<p>Oil is used in producing vanaspati ghee, soaps and detergents, cosmetics, medicines, polymers, paints and varnishes and in many other applications.</p>
<p class="style60">31a.2 Vegetable oil extraction</p>
<p>Raw material : Seeds of oilseed plant</p>
<p>Process flow sheet: Illustrated in Figure</p>
<p align="center"></p>
<p align="center">Figure .1 Flow sheet[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 06 Mar 2018 08:42:13 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i179-%C3%B3leos-comest%C3%ADveis-vegetais-e-%C3%B3leos-essenciais</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i179-%C3%B3leos-comest%C3%ADveis-vegetais-e-%C3%B3leos-essenciais</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p class="style60">1 Introduction</p>
<p><br>
Oils are organic molecule of carbon, hydrogen, oxygen and sometimes nitrogen and sulfur. It is composed of long chain fatty acids and esters (glyceride ester) as well as derivative of glycerine, long chain fatty alcohol, sulfate and sulfonates. Oils like caster oil, linseed oil are non edible and oils like ground nut oil, coconut oil are edible .</p>
<p>Oil is used in producing vanaspati ghee, soaps and detergents, cosmetics, medicines, polymers, paints and varnishes and in many other applications.</p>
<p class="style60">31a.2 Vegetable oil extraction</p>
<p><strong>Raw material </strong>: Seeds of oilseed plant</p>
<p><strong>Process flow sheet: </strong>Illustrated in Figure</p>
<p align="center"><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/02.png" width="786" height="588"></p>
<p align="center"><strong>Figure .1 Flow sheet of vegetable oil extraction</strong></p>
<p align="center"><strong>_________________________________________________________________________________________________</strong></p>
<p class="style61">a.3 Functional role of various processes (Figure 31.1) :</p>
<p><strong>(a)</strong>  <strong>Cleaner and dehulling:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• Mechanical cleaning is done to remove stones and other undesirable material.</li>
</ul>
</div>
<p>• Dehulling remove hulls, dry outer covering of seed.</p>
<p><strong>(b)</strong>  <strong>Cracking rolls:</strong></p>
<ul>
<li>• Crushing rolls crush the oil seeds and gets flacked seeds.</li>
</ul>
<p><strong>(c)</strong>  <strong>Digester:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ol>
<li>• 100 parts of flaked seeds are thoroughly mixed with 5-10 parts of water by rotating blades.</li>
</ol>
</div>
<p>• Softening by means of heat and moisture is done here.</p>
<p>• Steam is added for heating purpose.</p>
<p>• Acid is formed by hydrolysis of ester.</p>
<p>• The seeds get swollen up.</p>
<p><strong>(d)</strong>  <strong>Expeller:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The swollen seeds are crushed under great pressure.</li>
</ul>
</div>
<p>• Cells of seeds get ruptured and oil is released.</p>
<p>• The tapering shape ensures more application of pressure on the seeds.</p>
<p>• The oil depleted cake is either sent for solvent extraction or used as animal feed.</p>
<p>• Oil is sent for purification. </p>
<p><strong>(e)</strong>  <strong>Mix tank:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The extracted oil is treated with alkali like NaOH or Na<sub>2</sub>CO<sub>3</sub> to remove fatty acids.</li>
</ul>
</div>
<p>• It also removes heavy metals, which can start oxidation of oil.</p>
<p><strong>(f)</strong> <strong>Centrifuge:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• Acids are separated in centrifuge separator.</li>
</ul>
</div>
<p>• These separated acids are used as foots for soap manufacturing.</p>
<p><strong>(g)</strong>  <strong>Rotary filter:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The clear oil is treated with some bleaching agent like ”Fullers Earth Carbon” in filter aid before rotary <span class="style1">...</span>filter.</li>
</ul>
</div>
<p>• Rotary drum filter is used for removal of seed particles which may be present.</p>
<p>• This finished oil is produced.</p>
<p>• From this process around 1-2% oil content remains in the meal.</p>
<p><strong>(h)</strong>  <strong>Extractor:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The flaked seeds or oil extracted seeds from crushing rolls are fed on a moving bed.</li>
</ul>
</div>
<p>• Oil depleted cake is also added in extractor.</p>
<p>• The solvent extracts oil from the seeds.</p>
<p>• The wet meal (the left seed part) is collected in the middle and is sent for solvent removal.</p>
<p><strong>(i)</strong>  <strong>Solvent removal:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• Steam is used to extract solvent carried by the oil seeds.</li>
</ul>
</div>
<p>• The rotating blades ensure better exposure to steam.</p>
<p>• The solvent free meal is sent to dryer and then used as animal feed.</p>
<p>• Solvent is collected from top and is recycled after cooling it in heat exchanger.</p>
<p><strong>(j)</strong> <strong>Flash film evaporator:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The solvent is preheated by steam.</li>
</ul>
</div>
<p>• Oil is concentrated here by evaporating the more volatile component (hexane).</p>
<p>• The hexane is recycled back to extractor after heat recovery.</p>
<p>• The use of flash evaporator reduces the cost of vacuum stripping column.</p>
<p><strong>(k)</strong>  <strong>Vacuum stripping column:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The oil from flash evaporator is fed here.</li>
</ul>
</div>
<p>• The stripping is done by steam i.e. steam carries away the hexane.</p>
<p>• And it is under vacuum for the reason that the boiling point of hexane and oil are close to each other.</p>
<p>• Jet ejector is used here to generate vacuum.</p>
<p>• The hexane is recycled again.</p>
<p>• Oil produced here is either directly used or sent for purification.</p>
<p class="style1">b.1 Hydrogenation of oil</p>
<p>Hydrogenation process is used to remove double bonds and to make fats and oil saturated. Hydrogenation also raises its melting point and improves its resistance to rancid oxidation. The most common end product of hydrogenation is Vanaspati ghee. Other products include vegetable ghee, hardened industrial oils and partially hydrogenated liquid oil.</p>
<p><strong>Chemical Reactions: </strong>(* indicates activated catalytic state)</p>
<p><span class="style60">....................................</span>Ni* catalyst</p>
<p align="left"><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/3.png" width="275" height="158"></p>
<p>This produces a finely divided catalyst which is preferred for well-stirred hydrogenation reactors.</p>
<p>(c) Nickel catalyst preparation (reduced Ni on inert catalyst support)</p>
<p><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/4.png" width="195" height="58"></p>
<p>Nickel salts are precipitated on inert porous carrier such as kieselguhr or diatomaceous earth and reduced at high temperature in a hydrogen atmosphere.</p>
<p>(d) Nickel catalyst preparation</p>
<p><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/5.png" width="244" height="57">
<br>
Produces spongy, high-surface area catalyst when the sodium aluminate is washed with water.</p>
<p><strong>Raw material </strong>: Oils which is to be saturated and pure hydrogen.</p>
<p><strong>Process flow sheet: </strong>Illustrated in Figure. 
<br>
<img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/03.png" width="623" height="467"></p>
<p align="center"><strong>Figure 31.2 Flow sheet of hydrogenation of vegetable oils</strong></p>
<p class="style62">31b.2 Functional role of main units (Figure 31.2):</p>
<p><strong>(a)</strong>  <strong>Hydrogenator:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• Oil is fed to the hydrogenator.</li>
</ul>
</div>
<p>• Hydrogen, and steam is introduced in it.</p>
<p>• The catalyst oil slurry of concentration 5 to 15 kg per ton of oil is also put.</p>
<p>• The reaction is slightly exothermic so steam is sometimes turned off.</p>
<p><strong>(b)</strong>  <strong>Deodorizer:</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• The hydrogenated oil is now fed to vacuum steam deodorizer.</li>
</ul>
</div>
<p>• It operates in continuous basis.</p>
<p><strong>(c)</strong> <strong>Finishing</strong></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>• Oil colour is removed by treating with fuller's earth or carbon.</li>
</ul>
</div>
<p>• It is then filtered, mixed with some vitamins.</p>
<p>• Now the finished oil is sent for packaging and storage.</p>
<p class="style60 style61">b.3 Technical Questions</p>
<p><span class="style62"><strong>1. </strong><strong>Discuss the detailed process related to the gas liquid hydrogenation reaction ?</strong></span></p>
<p align="left"><strong>Ans: </strong>For gas liquid reaction in hydrogenation</p>
<p align="left"><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/6.png" width="147" height="27"></p>
<p>A series of rate process and 8 kinetic reaction exist as shown in fig below:</p>
<div align="center">
<p><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec31/images/04.png" width="701" height="525"></p>
<p align="left">For many hetrogenous catalytic reactions, the rate behavior is characterized by:</p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li>
<div align="justify">•  Surface reaction and adsorption controls the reaction rate at 100°C.</div>
</li>
</ul>
</div>
<p align="justify">•  Rates increases as H<sub>2</sub> pressure increases (at the max 7 atm gage)</p>
<p align="justify">•  At 180°C, mass transfer for solution of H<sub>2</sub> and diffusion to and from catalyst are rate controlling steps.</p>
</div>
<p align="left"><span class="style62"><strong>2.</strong>  <strong>What is Rancidity ?</strong></span></p>
<p align="justify"><strong>Ans: </strong>The moisture and oxygen cause deterioration of fats. The combine action of both moisture and oxygen causes rancidity which is characterised by bad smell, development of red colour, increase in acidity and increase in viscosity. During frying, cooking, baking etc, oil undergo hydrolytic and polymerization reaction. These reactions are undesirable in edible oils. Prolonged exposure to air yield undesirable resinous products causing rancidity.</p>
<p align="justify"><span class="style62"><strong>3. </strong> <strong>What is winterising ?</strong></span></p>
<p align="justify"><strong>Ans: </strong>When oils are cooled slowly to a lower temperature, then less soluble glycerides rich in fatty acid crystallizes out. These crystals can be separated by centrifuge or by filter. This separation of solid fats by chilling is called winterising.</p>
<p align="justify"><span class="style62"><strong>4.</strong>  <strong>What is saponification value ?</strong></span></p>
<p align="justify"><strong>Ans: </strong>Alkaline hydrolysis of fats and oils is known as saponification. This forms the basis of soap making.</p>
<p align="justify">Saponification value indicates the average molecular weight of a fat or oil. This may also be defined as number of mg of caustic potash required to neutralize the fatty acid obtained by complete hydrolysis of 1gm of oil or fats.</p>
<p align="justify"><span class="style62"><strong>5. </strong> <strong>What is acid value ?</strong></span></p>
<p align="justify"><strong>Ans: </strong>It indicates the proportion of free fatty acid present in oil or fats. Acid value is defined as number of mg of caustic potash required to neutralize the acid in 1gm of the sample. Generally acid value for most of samples lies within 0.5.</p>
<p align="justify"><span class="style62"><strong>6. </strong> <strong>What is Iodine value ?</strong></span></p>
<p align="justify"><strong>Ans: </strong>Iodine value is a measure of extent of unsaturated fatty acid present in fats. It is defined as number of grams of iodine that combines with 100gms of oil and fats.</p>
<p align="justify">The iodine value of non-drying oil is less than 90, of semi-dryng oil is between 90 to 140.</p>
<p><strong>References:</strong></p>
<p>1. Dryden C. E., Outlines of Chemical Technology, East-West Press, 2008</p>
<p>2. Shreve R. N. ,   Austin G. T., Shreve's Chemical process industries, McGraw – Hill, 1984</p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title> Fabricação de Etanol a partir de Melaço </title>
      <description><![CDATA[<p class="style65">1 Introdução</p>
<p>O etanol é um líquido incolor e volátil, inflamável, claro. O etanol é um bom convívio. Também é usado como germicida, bebida, anticongelante, combustível, depressor e intermediário químico.Pode ser feita pelo processo de fermentação de material que contém açúcar ou do composto que pode ser convertido em açúcar. A enzima de fermento facilmente fermenta sacarose para etanol.  Fórmula molecular -C2H5OH  Peso molecular- 46,07  Densidade - 0,791 a 20 ° C  Ponto de ebulição - 78,3 ° C</p>
<p><u>Reações químicas:</u></p>
<p>(a) Reação principal </p>
<p>zimase  C 6 H 12 O 6 → 2C 2 H 5 OH + 2CO 2 ΔH = -31,2 kcal  Etanol de glicose</p>
<p>(b) Reação lateral</p>
<p>2 C 6 H 12 O 6 + H 2 O → ROH[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 06 Mar 2018 08:15:25 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i178-fabrica%C3%A7%C3%A3o-de-etanol-a-partir-de-mela%C3%A7o</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i178-fabrica%C3%A7%C3%A3o-de-etanol-a-partir-de-mela%C3%A7o</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p class="style65"><span class="notranslate">1 Introdução</span></p>
<p><br>
<span class="notranslate">O etanol é um líquido incolor e volátil, inflamável, claro.</span> <span class="notranslate">O etanol é um bom convívio.</span> <span class="notranslate">Também é usado como germicida, bebida, anticongelante, combustível, depressor e intermediário químico.</span><span class="notranslate">Pode ser feita pelo processo de fermentação de material que contém açúcar ou do composto que pode ser convertido em açúcar.</span> <span class="notranslate">A enzima de fermento facilmente fermenta sacarose para etanol.</span> 
<br>
<span class="notranslate">Fórmula molecular -C2H5OH</span> 
<br>
<span class="notranslate">Peso molecular- 46,07</span> 
<br>
<span class="notranslate">Densidade - 0,791 a 20 ° C</span> 
<br>
<span class="notranslate">Ponto de ebulição - 78,3 ° C</span></p>
<p><br>
<span class="notranslate"><u><strong>Reações químicas:</strong></u></span></p>
<p><span class="notranslate">(a) Reação principal</span> </p>
<table width="378">
<tbody>
<tr>
<td width="88"> </td>
<td width="70">
<div align="center"><span class="notranslate">invertase</span></div>
</td>
<td width="204"> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3"><span class="notranslate">C12H22O11 + H2O → 2C6H12O6</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><br>
<span class="notranslate">zimase</span> 
<br>
<span class="notranslate">C <sub>6</sub> H <sub>12</sub> O <sub>6</sub> → 2C <sub>2</sub> H <sub>5</sub> OH + 2CO <sub>2</sub> ΔH = -31,2 kcal</span> 
<br>
<span class="notranslate">Etanol de glicose</span></p>
<p><span class="notranslate">(b) Reação lateral</span></p>
<p><span class="notranslate">2 C <sub>6</sub> H <sub>12</sub> O <sub>6</sub> + H <sub>2</sub> O → ROH + R'CHO</span> 
<br>
<span class="notranslate">Óleo de Fusel</span></p>
<p><span class="notranslate">O etanol é matéria-prima para muitas indústrias químicas orgânicas a jusante na Índia.</span> 
<br>
<span class="notranslate"><strong>Matéria-prima:</strong> Melaço</span></p>
<p><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec29/images/3.png" width="784" height="587"></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">29.2.</span> <span class="notranslate">Função funcional de várias unidades</span></p>
<table width="721">
<tbody>
<tr>
<td width="28" height="482"> </td>
<td width="653">
<p><span class="notranslate"><strong>(a) Tanque de armazenamento de melaço:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Melaço é licor obtido como produto de indústrias açucareiras.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• O melaço é um material viscoso pesado, que contém sacarose, frutose e glicose (açúcar invertido) a uma concentração de 50-60 (peso / volume).</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(b) Tanque de esterilização:</strong></span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">• Levedura é esterilizada sob pressão e depois arrefecida.</span></li>
</ul>
<p><span class="notranslate"><strong>(c) Tanque de cultivo de fermento:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• O fermento cresce na presença de oxigênio por brotação.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Levedura é cultivada com antecedência.</span></p>
<span class="notranslate"><strong>(d) Tanque de armazenamento de fermento:</strong></span>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• O fermento é unicelular, oval e 0,004 a 0,010 mm de diâmetro.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• PH é ajustado para 4,8 a 5 e temperatura até 32 ° C</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(e) Tanque de fermentação:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• As mudanças químicas são trazidas pela ação das enzimas invertase e zimase secretada por fermento no melaço.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• A fermentação é anaeróbica,</span></p>
<p><span class="notranslate">• O calor é desenvolvido, que é removido por bobinas de resfriamento.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O tempo de permanência é de 30 a 70 horas e a temperatura é mantida a 20-30 ° C</span></p>
<p><span class="notranslate">• 8-10% de álcool em volume (cerveja) é produzido por processo de fermentação.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Adiciona-se HCl ou ácido sulfúrico para obter 4,5 PH.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(f) Diluter:</strong></span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">• Aqui o melaço é diluído a 10 a 15% de solução de açúcar.</span></li>
</ul>
<p><span class="notranslate"><strong>(g) Scrubber:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• O dióxido de carbono é liberado e utilizado como por produto.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• O subproduto CO <sub>2</sub> contém um pouco de etanol devido à evaporação líquida de vapor e pode ser recuperado por lavagem à água.</span></p>
<p><span class="notranslate">• A água é enviada de volta ao fluxo de diluente contínuo.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(h) Cerveja ainda:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• 50-60% de álcool e aldeído são produzidos.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Slops são removidos como produto inferior.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Slop é concentrado por evaporação para alimentação de gado ou descarregado como resíduo.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Slop contém proteínas, açúcar e vitaminas.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(i) Aldehyde ainda:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Líquido volátil indesejável;</span> <span class="notranslate">O aldeído é retirado do topo da calda.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Do fluxo lateral, o álcool é alimentado para o decantador.</span></p>
<p><span class="notranslate">• É coluna de destilação extrativa, e opera a uma pressão de</span> 
<br>
<span class="notranslate">cerca de 0,6-0,7 MPa.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(j) Decanter:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• O óleo de Fusel que é álcool de alto peso molecular é recuperado por decantação.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• O óleo de Fusel é fraccionado para produzir álcool amílico ou é vendido diretamente.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O princípio por trás da extração do óleo de fusel do etanol é que os álcoois superiores são mais voláteis do que o etanol em solução contendo uma alta concentração de água.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(k) Coluna de retificação:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Na coluna, a mistura azeotrópica de álcool e água de 95% de etanol é retirada como produto secundário.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Este etanol a 95% é condensado em condensador e armazenado no tanque de armazenamento.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O fluxo lateral é retirado e enviado ao decantador.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Na parte inferior, a água é descarregada.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Aqui, as misturas de álcool e água são rectificadas para aumentar a força do álcool.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(l) Tanque de armazenamento:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Do tanque de armazenamento, três fluxos são evoluídos:</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Venda direta como portátil.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Para uso industrial.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Ainda anidro para produzir 100% de etanol.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(m) Tanque de mistura:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Para a produção de álcool desnaturado, o desnaturante é misturado com o etanol a 95% produzido a partir da coluna de retificação.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• O desnaturante é normalmente metanol (10% em volume)</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(n) Destilação azeotrópica de Ternary:</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">• O produto da coluna de retificação é um azeótropo mínimo de ebulição ternário de etanol, água e benzeno.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• O benzeno é um agente azeotrópico.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Aqui, principalmente, duas unidades estão presentes;</span> <span class="notranslate">Anidro ainda, decantador, stripper e poucos permutadores de calor.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O produto anidro de etanol a combustível (100% etanol) é produzido.</span></p>
<p><span class="notranslate">• A integração do calor e a recuperação de energia desempenham um papel vital na redução dos requisitos energéticos.</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">3 Perguntas Técnicas</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">1. Explique o processo de destilação azeotrópica para a fabricação de etanol a 100%?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Ans:</strong> O processo de separação de etanol e água é intensivo em energia.</span> <span class="notranslate">A separação completa do etanol e da água não é possível por simples destilação.</span> <span class="notranslate">Isto é devido ao fato de que o etanol forma um azeótropo de ebulição mínimo com água a uma concentração de etanol de 89 moles (96,4%) na pressão atmosférica e 351K.</span> <span class="notranslate">Portanto, um terceiro componente benzeno é adicionado como agente azeotrópico.</span> <span class="notranslate">Com a adição de benzeno, infelizmente, é formado um azeótropo ternário contendo benzeno (53,9% molar), água (23,3% molar) e etanol (22,8% molar) com um ponto de ebulição de 338 K que é inferior ao ponto de ebulição do etanol.</span> <span class="notranslate">Eventualmente, o anidro ainda produz etanol 100% puro como produto de base e azeótropo ternário na parte superior.</span> <span class="notranslate">O azeótropo ternário no arrefecimento se separa em duas fases na unidade de decantação em que duas fases são formadas:</span></p>
<div style="margin-left: 2em;">
<ul>
<li><span class="notranslate">(a) Fase orgânica rica em benzeno</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">(b) Fase aquosa de benzeno e etanol.</span></p>
<p><span class="notranslate">Enquanto a fase orgânica rica em benzeno é reciclada como refluxo para o ainda anidro, a fase aquosa de benzeno e etanol é enviada para uma segunda coluna (separador) que separa o etanol / água do benzeno.</span> <span class="notranslate">É interessante notar aqui que o resfriamento permitiu a separação de fase do azeótropo que eventualmente foi mais separado usando stripping.</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">2. Por que o armazenamento de fermento é necessário?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Resposta:</strong> No devido curso do processo de fermentação, é possível que devido a variações na adição de nutrientes, taxas de fluxo e condições do fermentador, pode haver uma possibilidade na variação da concentração de solução de microorganismos.</span> <span class="notranslate">Além disso, a atividade biológica prolongada também poderia estimular a modificação genética.</span> <span class="notranslate">Portanto, a levedura é sempre armazenada após o tanque de cultura de levedura de modo que sempre um estoque de referência esteja disponível e possa ser usado para o crescimento adicional dos microrganismos como cultura celular de base.</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">3. Qual é a função do depurador?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Resposta:</strong> Nos processos de transferência de massa natural, é inevitável que não seja possível a distribuição separada a 100% de compostos como o etanol.</span> <span class="notranslate">O etanol com um ponto de ebulição de 78,3 <sup>o</sup> C à pressão atmosférica devido a circunstâncias de pressão de vapor existentes entra no ar saindo do tanque de fermentação.</span> <span class="notranslate">Portanto, o etanol produzido pode se perder se deixado à atmosfera como um fluxo de ventilação.</span> <span class="notranslate">Daqui em diante,</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">4. Por que o melaço é esterilizado?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Resposta:</strong> O melaço consistem em outros tipos de microorganismos que contribuem para a produção de outros tipos de álcoois que não o etanol.</span> <span class="notranslate">Portanto, para permitir a maior produção de etanol em comparação com outros álcoois e cetonas, o melaço é esterilizado para a remoção de outros tipos de microorganismos.</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">5. O que é álcool desnaturado?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Ans:</strong> Álcool desnaturado é o etanol que foi tornado tóxico ou inalterável e, em alguns casos, tingido.</span> <span class="notranslate">É usado para fins como combustível para queimadores espirituosos e fogões de campismo, e como solvente.</span> <span class="notranslate">Alguns agentes, tais como benzoato de denatonium, metanol, nafta, pridina, são adicionados ao etanol.</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">6. Por que o álcool obtido da coluna de retificação não pode ter mais de 95% de força?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Resina: a</strong> água forma uma mistura de ebulição constante binária que possui um ponto de ebulição mais alto que o álcool, o álcool anidro e absoluto.</span></p>
<p class="style65"><span class="notranslate">7. Por que os condensadores parciais são usados ​​no processo?</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Ans:</strong> Um condensador parcial é tipicamente usado em uma coluna de destilação quando o produto desejado é enviado para processamento posterior e os vapores são apenas arrefecidos para obter as taxas de fluxo de refluxo desejadas.</span> <span class="notranslate">Desta forma, em uma seqüência de colunas de destilação, isso levará a economias de energia.</span> <span class="notranslate">A folha de fluxo do processo de etanol consiste em interações complexas de fluxo de coluna em termos de fluxos de refluxo.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, para o refluxo para a coluna de aldeído é fornecido a partir de ambos os vapores de destilado que emanam de aldeído e colunas de retificação.</span> <span class="notranslate">Também é interessante notar que as pressões dessas duas colunas de destilação devem ser diferentes.</span> <span class="notranslate">Por outro lado, a integração de calor usando o conceito de permutadores de pré-calor é incentivada para maximizar a economia de energia.</span> <span class="notranslate">Todos estes foram encorajados factualmente pela presença de condensadores parciais.</span> <span class="notranslate">O desenvolvimento de melhores processos a partir de cenários de base é, obviamente, baseado em estudos de projeto de processo rigorosos, seguidos de estudos de planta piloto das opções mais encorajadoras.</span> <span class="notranslate">Portanto, a utilidade de condensadores parciais é, de fato, um rigoroso processo de projeto e engenharia de sistemas.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Referências :</strong></span></p>
<p><span class="notranslate">1. Dryden CE, Outlines of Chemical Technology, East-West Press, 2008</span></p>
<p><span class="notranslate">2. Kirk RE, Othmer DF, Enciclopédia da Tecnologia Química, John Wiley and Sons, 1999-2012</span></p>
<p><a href="http://nptel.ac.in/courses/103103029/29" target="_blank" rel="nofollow"><span class="notranslate">http://nptel.ac.in/courses/103103029/29</span></a></p></td></tr></tbody></table>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title> Tecnologia  quimica de   produto  natural : Fabricação de açúcar e amido</title>
      <description><![CDATA[<p>28.1 Introdução</p>
<p>A sacarose é um dissacárido que ocorre naturalmente na maioria das frutas e vegetais.  O açúcar ocorre em maiores quantidades na cana-de-açúcar e na beterraba açucareira a partir da qual o açúcar é separado economicamente e comercialmente.  Fórmula química - c 12 H 22 O 11  Peso molecular - 342  Densidade = 1,58 kg / m 3  A sacarose é solúvel em água, mas ligeiramente solúvel em álcool metílico e álcool etílico.  Folha de fluxo do processo: ilustrada na figura.</p>
<p></p>
<p>Figura 28.1 Folha de fluxo de fabricação de açúcar da cana-de-açúcar</p>
<p>Matéria-prima: cana-de-açúcar</p>
<p>28.2 Função funcional de vários processos (Figura 28.1)</p>
<p>(a) Cortador</p>
<p>• O cortador[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Tue, 06 Mar 2018 07:40:19 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i176-tecnologia-quimica-de-produto-natural-fabrica%C3%A7%C3%A3o-de-a%C3%A7%C3%BAcar-e-amido</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i176-tecnologia-quimica-de-produto-natural-fabrica%C3%A7%C3%A3o-de-a%C3%A7%C3%BAcar-e-amido</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<p><span class="notranslate">28.1 Introdução</span></p>
<p><br>
<span class="notranslate">A sacarose é um dissacárido que ocorre naturalmente na maioria das frutas e vegetais.</span> 
<br>
<span class="notranslate">O açúcar ocorre em maiores quantidades na cana-de-açúcar e na beterraba açucareira a partir da qual o açúcar é separado economicamente e comercialmente.</span> 
<br>
<span class="notranslate">Fórmula química - c <sub>12</sub> H <sub>22</sub> O <sub>11</sub></span> 
<br>
<span class="notranslate">Peso molecular - 342</span> 
<br>
<span class="notranslate">Densidade = 1,58 kg / m <sup>3</sup></span> 
<br>
<span class="notranslate">A sacarose é solúvel em água, mas ligeiramente solúvel em álcool metílico e álcool etílico.</span> 
<br>
<span class="notranslate"><strong>Folha de fluxo do processo:</strong> ilustrada na figura.</span></p>
<p><img src="http://nptel.ac.in/courses/103103029/module4/lec28/images/1.png" width="776" height="581"></p>
<p><span class="notranslate"><strong>Figura 28.1 Folha de fluxo de fabricação de açúcar da cana-de-açúcar</strong></span></p>
<p><br>
<span class="notranslate"><strong>Matéria-prima:</strong> cana-de-açúcar</span></p>
<p><br>
<span class="notranslate"><span class="style60">28.2 Função funcional de vários processos (Figura 28.1)</span></span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(a) Cortador</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li><span class="notranslate">• O cortador consiste em facas em um eixo cilíndrico que rodam a uma velocidade de 400 a 500 rpm.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• As facas cortaram os bastões em pequenos pedaços.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(b) Triturador</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Os bastões são destruídos aqui.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Consiste em dois rolos que rodam na direção oposta.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(c) Moinhos de série de pressão</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Bastões esmagados são passados ​​através de quatro moinhos de pressão para extrair suco.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• Cada moinho de pressão é composto de rolos de ferro fundido.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Os rolos são ranhurados e a largura diminui do primeiro rolo para o último.</span></p>
<p><span class="notranslate">• A água de maquiagem adicionada no terceiro e quarto moinho é reciclada de volta às duas primeiras fábricas.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Cerca de 85-90% de suco presente na cana é extraído.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Bagasses são produzidos como subproduto.</span></p>
<p><span class="notranslate"><strong>(d) Clarificador</strong></span></p>
<div style="margin-left: 2em">
<ul>
<li><span class="notranslate">• Em geral, estão disponíveis dois métodos de esclarecimento para o fabrico de açúcar branco, nomeadamente o processo de sulfatação e o processo de carbonação.</span></li>
</ul>
</div>
<p><span class="notranslate">• O suco agora chega a espessar.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Para precipitar os colóides, adiciona-se fosfato de cálcio (CaHPO4) seguido de leite de lima.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O leite de limão usado tem 9 a 10% de força e cerca de 400mg de alcalinidade CaO / litro.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Além de manter p <sup>H</sup> aproximadamente 7, o gás SO <sub>2</sub> também atua como agente de branqueamento.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O ácido fosfórico ou o CO <sub>2</sub> também podem ser substituídos como agente acidificante dependendo do tipo de suco extraído.</span></p>
<p><span class="notranslate">• No fundo do clarificador, a lama (impurezas) é instalada e drenada.</span></p>
<p><span class="notranslate">• O vapor é usado para aquecer ligeiramente o suco.</span></p>]]></content:encoded>
    </item>
    <item>
      <title> Semana1 #Aulapratica sobre Gestao  de projecto  ,Conetudo de Gestao tecnologica de miniempresa </title>
      <description><![CDATA[<ul class="ig-list items context_module_items manageable ui-sortable">
<li id="context_module_item_4755652" class="context_module_item assignment also_assignment indent_0 _requirement Assignment_2231210 context_module_item_hover">AULA PRATicos  , pratica de leituras , e  atividades de tarefas escritas </li>
</ul>
<p>                        CONTEUDOS   E TOPICOS </p>
<p> Esudo  de casos  e  examplos Projeto de Muniempresas de energia limpas </p>
<p>Empresa e Gestao tecnologica</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Analise de Sistema tecnolgicas Industrial ARQIVDOC Empresa e gestao Empresa e meio-ambiente Empresa e meioambiente Enquete Modelo2 Enquete modleo2 Estudo de sistema Tecnologia de Produtos de Alimento , Energia e Meioambiente INTRODUCÃO ;Tecnologia , Engenharia e Meioambiente Pesquisas sobe sistemas , tecnologia social Prova objetivo Online Prova objetivo Online Resumo e Enquete Sistema de Produção e[_cuted_]</p>]]></description>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2018 01:41:56 +0000</pubDate>
      <link>https://biomassaedubr.helprace.com/i8-semana1-aulapratica-sobre-gestao-de-projecto-conetudo-de-gestao-tecnologica-de-miniempresa</link>
      <guid>https://biomassaedubr.helprace.com/i8-semana1-aulapratica-sobre-gestao-de-projecto-conetudo-de-gestao-tecnologica-de-miniempresa</guid>
      <author>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</author>
      <dc:creator>PAGANDAI V PANNIR SELVAM</dc:creator>
      <content:encoded><![CDATA[<ul class="ig-list items context_module_items manageable ui-sortable">
<li id="context_module_item_4755652" class="context_module_item assignment also_assignment indent_0 _requirement Assignment_2231210 context_module_item_hover"><b>AULA PRATicos </b><b> , pratica de leituras , e  atividades de tarefas escritas </b></li>
</ul>
<h3 class="content"><b>                        CONTEUDOS   E TOPICOS </b></h3>
<h2><b> Esudo  de casos  e  examplos Projeto de Muniempresas de energia limpas </b></h2>
<h2 class="goog-tree-row selected"><b><span id=":0.label" class="goog-tree-item-label" title="/">Empresa e Gestao tecnologica</span></b></h2>
<div class="goog-tree-row selected"> </div>
<div class="goog-tree-row selected"> </div>
<div class="goog-tree-children">
<div id=":1" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":1.label" class="goog-tree-item-label" title="/analise-de-sistema-tecnolgicas-industrial"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/analise-de-sistema-tecnolgicas-industrial" rel="nofollow">Analise de Sistema tecnolgicas Industrial</a></span></div>
</div>
<div id=":4" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":4.label" class="goog-tree-item-label" title="/arqivdoc"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/arqivdoc" rel="nofollow">ARQIVDOC</a></span></div>
</div>
<div id=":5" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":5.label" class="goog-tree-item-label" title="/empresa-e-gestao"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/empresa-e-gestao" rel="nofollow">Empresa e gestao</a></span></div>
</div>
<div id=":6" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":6.label" class="goog-tree-item-label" title="/empresa-e-meioambiente"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/empresa-e-meioambiente" rel="nofollow">Empresa e meio-ambiente</a></span></div>
</div>
<div id=":7" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":7.label" class="goog-tree-item-label" title="/conteudo"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/conteudo" rel="nofollow">Empresa e meioambiente</a></span></div>
</div>
<div id=":9" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":9.label" class="goog-tree-item-label" title="/enquete-modelo2"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/enquete-modelo2" rel="nofollow">Enquete Modelo2</a></span></div>
</div>
<div id=":a" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":a.label" class="goog-tree-item-label" title="/enquete-modleo2"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/enquete-modleo2" rel="nofollow">Enquete modleo2</a></span></div>
</div>
<div id=":b" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":b.label" class="goog-tree-item-label" title="/Home"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/Home" rel="nofollow">Estudo de sistema Tecnologia de Produtos de Alimento , Energia e Meioambiente</a></span></div>
</div>
<div id=":d" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":d.label" class="goog-tree-item-label" title="/introducao-technologia-engenharia-e-meioambiente"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/introducao-technologia-engenharia-e-meioambiente" rel="nofollow">INTRODUCÃO ;Tecnologia , Engenharia e Meioambiente</a></span></div>
</div>
<div id=":e" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":e.label" class="goog-tree-item-label" title="/pesquisas--sobe-sistemas--tecnologia-Social-"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/pesquisas--sobe-sistemas--tecnologia-Social-" rel="nofollow">Pesquisas sobe sistemas , tecnologia social</a></span></div>
</div>
<div id=":g" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":g.label" class="goog-tree-item-label" title="/prova-objetiva-online"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/prova-objetiva-online" rel="nofollow">Prova objetivo Online</a></span></div>
</div>
<div id=":h" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":h.label" class="goog-tree-item-label" title="/prova-objetivo-online"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/prova-objetivo-online" rel="nofollow">Prova objetivo Online</a></span></div>
</div>
<div id=":i" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":i.label" class="goog-tree-item-label" title="/resumo-e-enquete"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/resumo-e-enquete" rel="nofollow">Resumo e Enquete</a></span></div>
</div>
<div id=":j" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":j.label" class="goog-tree-item-label" title="/sistema-de-producao"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/sistema-de-producao" rel="nofollow">Sistema de Produção e Negócios</a></span></div>
</div>
<div id=":k" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":k.label" class="goog-tree-item-label" title="/sumarios-resumos"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/sumarios-resumos" rel="nofollow">SUMARIOS (RESUMOS)</a></span></div>
</div>
<div id=":l" class="goog-tree-item">
<div class="goog-tree-row"><span id=":l.label" class="goog-tree-item-label" title="/trabalhos-e-resumos"><a href="https://sites.google.com/a/biomassa.eq.ufrn.br/cienais--do-meioambiente/trabalhos-e-resumos" rel="nofollow">Trabalhos e Resumos</a></span></div>
</div>
</div>
<div class="goog-tree-row">
<div class="ng-pristine ng-untouched ng-valid ng-isolate-scope ui-sortable ui-sortable-disabled">
<div class="widget widget-image ui-sortable-handle">
<div class="widget-outer">
<div class="widget-inner">
<div class="ng-scope">
<div class="ng-scope">
<div class="ng-scope"><a href="https://st-process-production.s3.amazonaws.com/1582489a-60fc-4d1d-885e-1f5a63aa123c/q3Hs1LoFURBlBO3hEWpO6A.png" rel="nofollow"><img class="img-rounded img-responsive" src="https://st-process-production.s3.amazonaws.com/1582489a-60fc-4d1d-885e-1f5a63aa123c/q3Hs1LoFURBlBO3hEWpO6A.png" alt="Atul Gawande em O Manifesto Checklist"></a>Atul Gawande em O Manifesto Checklist</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="widget-highlight-expand"> </div>
</div>
</div>
<div class="widget widget-text ui-sortable-handle"><a id="widget-h1fT-8bLO7UttkrC6SdEsg"></a>
<div class="widget-outer">
<div class="widget-inner">
<div class="ng-scope">
<div class="ng-scope">
<div class="widget-content ng-binding ng-scope">
<p>Simplificando, due diligence no capitalismo venture está fazendo pesquisa e preparação suficiente para evitar investir em um that startup está fadado ao fracasso. Fique no lado mais seguro de uma das práticas mais arriscadas no negócio com esta lista de verificação abrangente.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="widget-highlight-expand">       Listas  de falhas de empresa  sobre viver</div>
<div class="widget-highlight-expand"><img src="https://st-process-production.s3.amazonaws.com/6ce3bbf6-587e-452c-ac45-04c8b9130a7e/sgVnmX_FFatDe1bZhNNNuA.png" alt=""></div>
<div class="widget-highlight-expand"> </div>
<div class="widget-highlight-expand"> </div>
<div class="widget-highlight-expand"> </div>
<div class="widget-highlight-expand"> </div>
</div>
</div>
</div>
<div class="ng-scope"> </div>
</div>
<div class="item-group-condensed context_module editable_context_module context_module_hover">
<h3 class="content"><b><br>
 </b><span style="color: #3d454c;"><b>https://plus.google.com/u/0/communities/100381705344048325582</b></span></h3>
<b>                                </b>  acessar usando  de seu conta de biomassa.eq.ufrn.br </div>
<div class="item-group-condensed context_module editable_context_module context_module_hover">
<div id="context_module_content_565219" class="content"><b>             
<br>
      Modulo 1:   Especificacao  de  Produto, Processo e  Desenvolvimento de Proleto   
<br>
          
<br>
          T</b>opico 1  <b>; materia prima  e produtos
<br>
<br></b></div>
<div id="context_module_content_565219" class="content"><b>          Topico 2   efluente, residuos solidos , emissao
<br>
                
<br>
                           </b>Desenvolvimento de Fluxogramas ,tecnologia e engenharia de projeto 
<br>
              <b><br>
            Topico3: Diagrama de bloco  e projeto conceitual 
<br>
             
<br>
                  </b>Topico4: Diagrama de  Informacao  de  Material e Projeto  priliminar 
<br>
                  
<br>
                  Topico 5. Fluxo grama  de   PROCESSO,  PFD;PROCESS FLOW  DIAGRAM, 
<br>
                  Topico 6. Fluxo grama  de   ENGENHARIA , SELECAO DE EQUIPAMENTO E PLANTA
<br>
                  Topico 7: Elaboracao de projeto de producao mais limpas e industria ecologicas</div>
<div class="content">                     
<br>
       <b>    </b></div></div>]]></content:encoded>
    </item>
  </channel>
</rss>
